Por que não uma nova SEJUS e a criação de uma Secretaria de Administração Penal no PI?
Por Eugênio Paraguassú.
Cumprindo com seu papel propositivo e de contribuidor com o desenvolvimento do Piauí, o Blog Gurgueia, levando em conta a atual estrutura administrativa do Estado, apresenta nesse momento, uma ideia, uma sugestão a nossos dirigentes estaduais.
Para contribuir com o Piauí, apresentamos ao Governo estadual a seguinte proposta: reestruturação da Secretaria da Justiça do Estado do Piauí (SEJUS/PI), com a mudança do nome do órgão para Secretaria Estadual de Justiça e de Defesa da Cidadania do Piauí (SEJUS/PI), de forma que a mesma passaria a ter os seguintes órgãos vinculados a ela: Fundação Correcional e de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (FUNCASA) – em substituição aos atuais CEM (Centro Educacional Masculino) e CEF (Centro Educacional Feminino); Instituto de Medicina Social e de Criminologia do Estado do Piauí (Imecepi) – novo órgão que seria voltado ao atendimento ao público nas áreas de medicina social e de criminologia e à pesquisa científica; Instituto de Metrologia do Estado do Piauí (Imepi) – como já ocorre atualmente; Interpi (Instituto de Terras do Estado do Piauí), que se desvincularia da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PI), que deixaria de ser atrelado ao Ministério Público do Estado do Piauí (MP-PI); e, ainda, a criação da Secretaria de Administração Penal do Estado do Piauí (SAPENPI), como ocorre nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro (onde há Secretarias de Administração Penal), por exemplo, para gerir o sistema penal (prisional) do Piauí. Tal Secretaria retiraria da Secretaria de Justiça o pesado ônus da área prisional ou penal, de forma que a SEJUS ficaria mais enxuta e poderia investir mais em outras áreas sob sua responsabilidade. Reputamos que se a SAPENPI não for criada num primeiro momento, deve ser criada no futuro, pois a criação de Secretarias de Administração Penal (ou Penitenciária) deve ser a tendência em todo o país, como maneira de se melhorar o sistema penal por completo.
Não posso negar que esta é uma inspiração que tivemos na Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo e em outros estados brasileiros, mas que, certamente, é uma ideia que tem muito de nosso idealismo, e que, se levada adiante, servirá para uma boa e pertinente reforma administrativa do Estado, com a reestruturação da SEJUS/PI e a criação de um novo órgão (SAPENPI), o que fará bem a todo o Piauí.
Por que não Mato Grosso do Sul e Mato Grosso do Norte?
Por Eugênio Paraguassú.
O nome Gurgueia é muito próprio e sugestivo do Sul do Piauí – por isso fala-se em Estado do Gurgueia. Entretanto, quando uma região pretende se desmembrar para criar um novo Estado brasileiro mantendo ou aproveitando o nome do Estado originário, deve haver um certo cuidado, para haver exatidão, correção e justeza em relação aos nomes dos entes.
Ora, por que não falar em Mato Grosso do Norte e Mato Grosso do Sul atualmente? Alguns poderão dizer que tem o projeto de criação do Estado do Mato Grosso do Norte tramitando no Congresso Nacional. Sim, é verdade! Mas isso só ocorreu porque o Estado de Mato Grosso não se apressou em mudar seu nome para Mato Grosso do Norte, quando teve sua parte sul destacada, em 1979, para a criação do Estado do Mato Grosso do Sul.
Dessa forma, o mais sensato e correto seria falarmos, um dia, em Estados do Mato Grosso do Norte (com a nova sigla MN, ao invés da atual MT) e do Mato Grosso do Sul (com a sua já existente sigla MS), ou então, no Mato Grosso do Norte (nova proposta de Estado que tramita no Congresso), no Mato Grosso Central (o atual Mato Grosso, que, pela lógica, passaria a ter sigla MC) e no Mato Grosso do Sul (MS); ou, ainda, no Mato Grosso do Norte (MN), no Mato Grosso Central (MC), no Mato Grosso do Sul (MS) e no Araguaia (proposta de novo Estado, do Congresso, que poderá ter a sigla AR), se todos esses Estados existirem. Pronto! Assim estaria resolvido o problema quanto aos nomes desses Estados e suas respectivas siglas!
Por que não criar a Comissão de Legislação Participativa (CLP) na ALEPI?
Por Eugênio Paraguassú.
É dito e divulgado aos quatro ventos que vivemos em uma democracia, um regime de governo que é - ou deve ser - do povo, para o povo e pelo povo. É bem verdade, que ela, a democracia, infelizmente, funciona mais para uns do que para outros. Mas por que a tão falada e propagada democracia não é praticada de forma mais intensa no Piauí?
Ora, mecanismos que incentivem a participação popular na vida em sociedade, como o plebiscito (consulta popular prévia à formulação de ato legislativo ou administrativo), o referendo (consulta popular posterior a ato legislativo ou administrativo já existente) e a iniciativa popular de proposições legislativas devem ser mais praticados pela sociedade brasileira, e, particularmente, pela sociedade piauiense.
A propósito, este blogueiro faz uma sugestão a nossos Deputados Estaduais e à Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI), como forma de contribuir com a democracia nas terras piauienses, que é a seguinte: criação da COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA (CLP) no quadro das Comissões Técnicas (ou Temáticas) da Casa Legislativa do Piauí (ALEPI), nos moldes das que já existem na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, bem como em várias democráticas, progressistas e futuristas Câmaras Municipais pelo Brasil afora, mesmo de cidades médias e pequenas.
A CPL, uma vez criada, permitirá, sem dúvidas, maior participação popular dos piauienses nas decisões e assuntos do Estado, e aí sim, seremos mais cidadãos do que possamos ser hoje, verdadeiros cidadãos e não “cidadãos de segunda categoria”, como são muitos de nossos irmãos piauienses, que hoje, infelizmente, “só tem valor na hora do voto”!
Por uma questão de justiça, temos que admitir que, através de pesquisa feita por este blogueiro, descobrimos que até que já houve uma iniciativa nesse sentido. O então Deputado Estadual Moraes Sousa Filho (do PMDB), atual Vice-Governador do Estado, apresentou Projeto de Resolução com a intenção de criar a Comissão de Legislação Participativa na Assembleia Legislativa do Piauí. Porém, não sabemos do porquê, mas parece que tal iniciativa não vingou, pois se conferirmos o portal da ALEPI na internet veremos que dentre as Comissões Técnicas da Assembleia não há a referida Comissão (confira em http://ged.al.pi.gov.br/Portal/pages/portal.html# - portal da ALEPI). Lá veremos, em número de 9 (nove) e nesta ordem, as seguintes Comissões: Administração Pública e Política Social; Fiscalização, Controle, Finanças e Tributação; Infra-Estrutura e Política Econômica; Defesa do Consumidor e do Meio Ambiente; Direito Humanos e Juventude; Segurança Pública; Defesa dos Direitos da Mulher; Constituição e Justiça; e Comissão de Estudos Territoriais (CETE). Porém, não há a Comissão de Legislação Participativa.
Projetos de interesse de todo o Piauí e da população estadual, bem como projetos de interesse do Gurgueia e de sua gente, poderiam muito bem ser apresentados pelo povo à ALEPI, e poderia haver também plebiscitos e referendos estaduais, como estabelecem e nos permitem os arts. 14, incisos I. II e II de nossa Constituição Federal e 63, inciso XII, e 75, §1º, de nossa Constituição Estadual.
Caros piauienses, pensemos nessa mensagem que ora apresentamos, num tom bem reflexivo, visando o bem de todo o Piauí, e que, além disso, algum Deputado Estadual pelo Piauí tenha a iniciativa e coragem de apresentar um Projeto de Resolução propondo a criação da COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA na ALEPI, pelo bem de todos os piauienses, os do Norte e os do Sul (do Gurgueia)! Será que os piauienses não têm vontade de apresentar projetos de leis ou sugestões de projetos? Senhores Deputados Estaduais, por favor, deem exemplo de democracia e cidadania ao povo do Piauí, de fato e de direito, criando a COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA! O Estado do Piauí e sua população certamente vos agradecerão!
OAB/PI inaugura Salas dos Advogados em cidades gurgueianas
Por Eugênio Paraguassú.
A Seccional piauiense da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) - OAB/PI inaugura, a partir de amanhã, 4 (quatro) Salas de Advogados em fóruns de cidades da região do Gurgueia. As cidades são: Canto do Buriti, Eliseu Martins, Bom Jesus e Redenção do Gurgueia.
Amanhã, 22 de março (22/0312 - quinta-feira) serão inauguradas as Salas de Canto do Buriti e Eliseu Martins. Já no dia 23, sexta-feira, serão entregues as Salas de Bom Jesus e Redenção do Gurgueia.
No caso de Redenção, o homenageado que dará nome à Sala dos Advogados é Teodomiro Felício Silva, auxiliar da Justiça pioneiro na cidade e que teve um trabalho honrado e destacado na região, como Escrivão ad hoc e Tabelião da Justiça. Um justa homenagem, sem dúvidas, a um grande cidadão, natural de Bodocó-PE, mas que viveu e trabalhou na região do Gurgueia, se identificando com a mesma, e trabalhando com dignidade, dedicação, presteza e zelo no seu desempenho profissional.

UMA MENSAGEM ESPECIAL A QUEM NÃO VÊ A GRANDEZA DA CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS E À PRESIDENTA
Por Eugênio Paraguassú.
Para aqueles que dizem que já existem muitos Estados no Brasil e que a criação de novos Estados é só para servir de "cabide de empregos", com a criação e ocupação de novos cargos públicos, e que serve, também, para aumentar a roubalheira dos políticos, perguntamos: onde fica, nesse seu pensamento, o interesse, o sentimento e a vontade de populações de regiões historicamente separadas do restante de seus Estados, seja pelo atraso, pelo abandono, pela cultura, pelo sotaque, pela identidade própria, enfim, por suas particularidades?
Essa é a pergunta que não quer calar! Porém, o egoísmo, a indiferença e a insensibilidade de alguns, infelizmente, querem amordaçar as diferenças, a individualidade e o sentimento de autonomia de alguns povos e populações. Só que haverá entendimento, inspiração, sensatez e sabedoria, e novos Estados e Territórios Federais ainda serão criados neste país chamado Brasil, em razão da considerável melhora nas condições de vida de muitos que essa mudança provocará, por mais que alguns privilegiados não queiram! Nem que se tenha que mudar a Constituição!
Quem é contra a criação de novos Estados é contra o progresso e desenvolvimento do Brasil, e por isso não nos convence em relação à manutenção do atual desenho da Federação brasileira. Além disso, nossa Constituição Federal de 1988, não estabelece uma Federação estrita, de desenho irretocável, pois com muita justiça e acerto, a mesma diz claramente em seu artigo 18, §3º que:: Não à mesquinharia, à picuinha e à corrupção, mas sim ao desenvolvimento e à prosperidade trazidos com a criação de novos Estados, como ocorre com o Tocantins (1988) e o Mato Grosso do Sul (1977)!
Talvez, quando o Governo Federal perceber (e o povo brasileiro, também) que só a criação de novos Estados e Territórios Federais pode, efetivamente, corrigir os sérios problemas de distorções sócio-econômicas existentes no Brasil, teremos vários entes federados a mais, garantido mais dignidade e cidadania a milhões de brasileiros, principalmente aqueles que mais sofrem e que mais são pobres.
Nesse sentido, fazemos um apelo: Presidenta Dilma, se for o caso, mude nossa Constituição Federal e defenda e apoie a alteração na Lei 9709/98, que trata das formas de consulta popular (incluindo o plebiscito), para que só a população da região que pretende se desmembrar para criar um novo ente vote em plebiscito, como população diretamente interessada (assim como certamente quis dizer o legislador constituinte originário na Constituição Federal de 1988). Se a senhora quiser, pode fazer isso, pois tem poder e ampla maioria no Congresso Nacional e, assim, pode aprovar muita coisa boa por lá! O Brasil lhe agradecerá e a senhora entrará para a história deste país como a maior Estadista que ele já teve! Pode acreditar, Excelência! Pensemos grande e tenhamos visão de futuro, por nosso bem e pelo bem dos que virão depois de nós!
Com o Estado do Gurgueia poderá haver certas adequações em nomes de cidades
Por Eugênio Paraguassú.
Um fato interessante e que chama à atenção em relação à proposta de criação do Estado do Gurgueia é o seguinte: muitas cidades do pretenso novo Estado carregam o nome “Piauí” em suas denominações (pelo fato de ainda fazerem parte do Piauí), como, por exemplo, Barreiras do Piauí, Colônia do Piauí, Cristalândia do Piauí, Nazaré do Piauí, Palmeira do Piauí, dentre outras.
Apresentamos aos Municípios do Gurgueia, entretanto, uma sugestão para resolver ou contornar quaisquer problemas e dúvidas nesse sentido, quando o novo Estado estiver existindo, de fato e de direito (pois “de fato” ele já existe, por mais que alguns queiram negar esta incontestável e cristalina verdade).
A ideia é a seguinte: cidades do Gurgueia que tem a expressão “Piauí” em seus nomes poderão excluí-la, e somente isso, ou, excluí-la, e acrescentar a expressão “Gurgueia” a seus topônimos (nomes das cidades). Mas cidades que fiquem no Vale do rio Piauí (que fica na região do futuro Estado do Gurgueia) poderão deixar o “Piauí” em seus nomes, com justificável razão.
Pronto, assim, estariam feitas as adequações necessárias sobre essa questão. Ou dizendo mais: os ajustes estariam feitos nesse caso e a solução garantida; e aí, gurgueianos e piauienses, trabalhando e produzindo digna e honestamente, poderiam dizer em alto e bom som, com muito prazer e alegria: VIVA O GURGUEIA E VIVA O PIAUÍ!
DEFENSORES DA CRIAÇÃO DE NOVOS ENTES FEDERATIVOS QUEREM MUDAR REGRA
Os defensores da divisão do Pará, rejeitada em plebiscito em dezembro, querem mudar a legislação para que apenas a população das áreas onde seriam os novos Estados seja ouvida em caso de outro plebiscito.
Lideranças políticas do Carajás (sul e sudeste do Pará) e do Tapajós (oeste) vão apresentar na Câmara dos Deputados, após o carnaval, um projeto para essa mudança.
A idéia é alterar trechos da Lei 9.709, que regulamenta a criação de Estados. Essas lideranças ainda promovem uma análise jurídica para definir se será necessário apresentar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), já que a Constituição também aborda a criação de Estados, ou se seria apenas um projeto de lei.
A propósito, este blogueiro defende esta ideia já de algum tempo (como se pode perceber neste blog), como forma de que o plebiscito seja mais justo, de forma que só a "população diretamente interessada" (como estabelece a Constituição Federal, em seu art. 18, §3º) possa votar em plabiscito.
Ora, qual a população diretamente interessada na criação de um novo Estado federado, pela via do desmebramento-criação (caso do Gurgueia), se não a que pretende se desmembrar? No caso de um desmembramento-anexação, é difente, pois aí sim, devem ser ouvidas a população da região que pretende se anexar e a da região que deverá ganhar a anexação (o novo território). O pior é que nosso STF (Supremo Tribunal Federal) não pensa assim, pois julgando a ADI 2650 (como noticiamos nesse blog), igualou todos os tipos de plebiscito, de forma que a torná-lo mais abrangente e injusto (pois, com esse entendimento, toda a população deve votar, não só a diretamente interessada). Agora, tavez só uma lei ou uma mudança constitucional (via PEC) para corrigir essa grave injustiça.
Para dar força à proposta paraense, prefeituras das duas regiões do Tapajós e Carajás irão coletar assinaturas de apoio. O objetivo é obter mais de um milhão de assinaturas.
Fonte: Jornal Meio Norte e www.gurgueia.org.br (CEDEG), com alterações.
Blogueiro Eugênio Paraguassú retorna ao Blog Gurgueia
Por Eugênio Paragussú.
Tínhamos pensado que não dava para continuar à frente do Blog Gurgueia, mas esteve blogueiro, depois de um reflexão, chegou à conclusão de que dá sim! Não podíamos, não tínhamos o direito de deixar o blog, pois com boa vontade, com fé e esperança e conciliando, dá para fazermos um trabalho digno no Blog Gurgueia, mantendo este espaço sempre atualizado e com uma atuação de qualidade.
Percebemos também, nesse pouco espaço de tempo que passamos afastado do Blog Gurgueia, que nossa ausência pode ter passado a impressão, para certas pessoas, de que havíamos desistido da nobre e bela causa "Gurgueia". Mas não! Somos defensores dessa ideia, de forma ardorosa e consciente. Agora muito mais! É, mas como nos diz a Bíblia Sagrada, "o bom filho à casa retorna"!
Podem contar, caros leitores, com interessantes matérias, ideias e pensamentos sobre o Gurgueia (o Sul do Piauí), e ideias e pensamentos outros (como havíamos dito em matéria anterior), de forma que possamos contribuir, da melhor forma posível, com um Gurgueia, um Piauí, um Brasil e um mundo melhores! É isso que faremos, se Deus nos permitir, à frente do novo Blog Gurgueia! E, nesse clima, principalmente em relação àqueles que pensavam que tínhamos desistido, ouso bradar, em alto e bom som: VIVA O GURGUEIA, VIVA A CRIAÇÃO DO ESTADO DO GURGUEIA, PELO BEM DE TODO O PIAUÍ, E DO BRASIL, TAMBÉM!
Blogueiro Eugênio Paraguassú se despede do Blog Gurgueia
Eugênio Paraguassú.
Não dá para continuar... foi bom enquanto durou... mas continuamos firme na luta pelo Gurgueia! Assim, com esse sentimento, este blogueiro Eugênio Paraguassú se despede do Blog Gurgueia, que tanta grandeza representa pela causa que carrega em seu nome ("Gurgueia"). O Blog foi concebido com a intenção de deixar o Gurgueia, o Piauí, o Brasil e o mundo conhecedores e inteirados da região do Gurgueia (Sul do Piauí), em relação a suas potencialidades e sobre a proposta de criação do Estado do Gurgueia, a partir do desmembramento do Piauí.
Apresentamos várias matéria e reportagens sobre o Gurgueia, procurando sermos esclarecedores ao máximo. Desculpa se fomos incompreendidos. De qualquer forma, tivemos a intenção de incomodar o conformismo, de promover o debate e a conscientização dos piauienses, a fim de que pudéssemos discutir um grande tema, um assunto relevantíssimo para todo o Piauí. Esperamos ter contribuído para que muita gente possa ter percebido a grandeza da ideia de criação do Estado do Gurgueia e o inestimável valor que esse projeto representa para o bem de todo o Piauí!
Fica aqui nossa gratidão ao Portal 180 Graus, que abriu oportunidade e nos permitiu trabalhar nesse espaço, a fim de que pudéssemos mostrar o Gurgueia para o mundo! Agradecemos, cordialmente, à direção do 180 Graus, especialmente aos jornalistas Hélder Eugênio e Allison Paixão. Boa sorte ao portal e que alguém possa assumir o comando do Blog Gurgueia! Torcemos por isso... torcemos para que o portal continue a oportunizar o espaço “Blog Gurgueia” para que alguém que se identifique com a causa possa mostrar e defender o Gurgueia e suas potencialidades e valores.
Mas, apesar de nossa saída do Blog Gurgueia, fica uma mensagem, muito presente em nosso coração e em nossa mente: a luta continua... e sempre defenderemos das mais variadas formas o Gurgueia, o Sul do Piauí e a criação do Estado do Gurgueia, por acreditarmos, piamente, que isso representa o bem de todo o Piauí... não só o bem do Sul ou só do Norte do Piauí, mas do Piauí de Sul a Norte e de Norte a Sul!
Não deixamos de acreditar no Gurgueia! Não! Ao contrário, trabalharemos incalsavelmente, se Deus quiser, com o objetivo de conscientizar e convencer o maior número de pessoas possível de que a criação do Estado do Gurgueia é boa para todo o Piauí e é boa para o Brasil! Faremos o possível para que o Piauí possa enxergar e se convencer dessa verdade!
Ora, Gurgueia e Piauí são mais recursos, divisão de despesas, mais empregos, mais concursos públicos, mais saúde, mais educação, mais segurança pública, mais saneamento básico, enfim, mais dignidade e oportunidades para todos, principalmente para essa juventude tão desesperançosa por causa do gigantismo da corrupção e por causa da dura realidade da falta de empregos, bem como em razão desse mundo carente de mudanças significativas (e o Estado do Gurgueia certamente seria uma mudança significativa).
OAB/PI precisa fazer mais debates e tomar mais partido em temas como o Estado do Gurgueia
Por Eugênio Paraguassú.
Apesar da OAB/PI (Ordem dos Advogados do Brasil - Seção do Piauí) estar desempenhando um trabalho elogiável em relação à defesa dos direitos e prerrogativas dos advogados e dos cidadãos em geral, faz-se necessária mais intervenção e participação da Seccional piauiense da Ordem em relação a temas importantes e cruciais para o Estado do Piauí, como a proposta de criação do Estado do Gurgueia, com o desmembramento da parte Sul do Piauí do restante do Estado.
Por que a OAB/PI não se manifestar mais, não tomar mais partido e não abraçar certas causas? É promover mais eventos, palestras, seminários, congressos, simpósios, encontros, debates com a sociedade piauiense, é reunir os advogados e decidir, por exemplo, se a Ordem é a favor ou não da criação do Estado do Gurgueia, pois, assim, a OAB/PI, seguramente, estará participando mais ativamente de grandes temas e importantes assuntos que dizem respeito à sociedade e à agenda dos piauienses e contribuindo, dessa forma, com o esclarecimento das pessoas, a fim de que as mesmas tenham mais conhecimento e consciência de seus direitos e deveres (a exemplo dos projetos OAB na Escola, OAB na Universidade e OAB/PI na Comunidade, da OAB/PI), também, para que decidam de forma pensada, crítica e refletida sobre seus rumos e sobre certas questões. Nesse aspecto, que possa haver, num ritmo crescente, boas e felizes parcerias entre a OAB/PI e o Governo do Estado (Poder Executivo), o TJ/PI (Judiciário), a ALEPI (Legislativo) e o MP/PI (Ministério Público), bem como com órgãos federais.
A propósito, fazemos, nesse momento, uma sugestão à OAB/PI: a criação da COMISSÃO DE ESTUDOS E DEFESA DA PROPOSTA DE CRIAÇÃO DO ESTADO DO GURGUEIA E DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DO PIAUÍ (integrada pelos advogados pró- Gurgueia e que acreditam que a criação do novo Estado será boa para todo o Piauí), e/ou, a criação da COMISSÃO DE DEBATES E DISCUSSÕES SOBRE OS GRANDES E IMPORTANTES TEMAS PIAUIENSES E DE DEFESA DOS PROJETOS E INTERESSES DO PIAUÍ.
O PLEBISCITO DO GURGUEIA ESTÁ PRONTO PARA SER APRECIADO NA CCJ DO SENADO FEDERAL
A proposta de divisão do Estado do Piauí e criação do Gurgueia está pronta para entrar na pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O Projeto de Decreto Legislativo de 2007 convoca plebiscito para que a população decida sobre a "conveniência de criação do estado do Gurgueia", como explicou o relator Ciro Nogueira (PP-PI) em seu parecer.
O Vale do Gurguéia é uma das áreas mais produtivas do estado por causa do grande volume de água em seu lençol freático, que permite a agricultura irrigada, principalmente de frutas para exportação. Ciro Nogueira disse que o novo estado teria 155.568 quilômetros quadrados (km²) e, com base em dados de 2005, uma população de 645.296 pessoas, ou seja, 21,46% do total de habitantes do Piauí.
"Embora a área onde se pretende criar o novo estado possua terras férteis, vales úmidos, rios perenes e o maior lençol freático do mundo, não possui energia elétrica capaz de suportar um projeto de 5 mil hectares irrigados, pois o sul do Piauí, onde está, encontra-se abandonado", disse o relator.
Uma emenda proposta por Ciro Nogueira ao projeto estabelece que somente poderão participar do plebiscito os eleitores cuja inscrição eleitoral ou transferência tenha sido requerida até 150 dias antes da data fixada para que eles compareçam às urnas. Sobre o mérito da matéria, o senador destacou que há a necessidade de fazer o plebiscito uma vez que a proposta objetiva "buscar o desenvolvimento socioeconômico do sul do estado do Piauí".
(Com informações da Agência Brasil).
63,4% dos votantes em enquete do Blog Gurgueia apoiam a criação do Estado do Gurgueia
Por Eugênio Paraguassú.
Enquete do Blog Gurgueia encerrada no dia 31 de dezembro próximo passado, demonstra, apesar da mesma não ser científica, uma tendência pró-Gurgueia, principalmente se levarmos em conta enquete anterior do blog. Aproximadamente 63,4% dos leitores se mostraram favoráveis ao Gurgueia na enquete mais recente (2ª enquete), ao contrário dos quase 42,7% pró-Gurgueia da enquete mais antiga (1ª enquete).
Para efeito de comparação, mostramos a seguir um quadro comparativo das referidas enquetes:
Visualização da Enquete (1ª Enquete)
Título: Você é a favor da criação do Estado do Gurguéia, a partir do desmembramento da parte Sul do Piauí do restante do Estado?
Votos: 75
Data de Publicação: 20/02/2009 às 15h56
Data de Encerramento: 20/08/2009 às 15h56
Alternativas - Votos:
Sim; - 32 (42,7%)
Não; - 42 (56%)
Ainda não sei; - 0 (0%)
Tanto faz. – 1 (1,3%)
Seções: Gurguéia
Visualização da Enquete (2ª Enquete)
Título: Em relação à proposta de criação do Estado do Gurgueia, a partir do desmembramento da parte Sul do Piauí, você é a favor ou contra?
Home: Não
Votos: 104
Data de Publicação: 06/08/2011 às 14h07
Data de Encerramento: 31/12/2011 às 14h07
Alternativas - Votos:
a) A favor; - 66 (63,4%)
b) Contra; - 30 (29%)
c) Ainda não tenho posição definida; - 6 (5,7%)
d) Tanto faz. – 2 (1,9%)
Seções: Gurguéia
Podemos dizer, que a causa pró-Gurgueia é cada vez mais compreendida pelas pessoas, pois no intervalo de pouco mais de 2 anos entre uma enquete (2009) e outra (2011) do Blog Gurgueia, houve um aumento no percentual gente simpática e a favor da criação do Estado do Gurgueia, e que compreende que isso é um bem que se faz a todo o Piauí, não só a sua parte Sul. Ficamos feliz com esse fato!
Para nós, piauienses que queremos tanto um Sul quanto um Norte do Piauí melhores, um resultado com esse da última enquete do blog e outras que demonstram um tendência pró-Gurgueia são animadores e um prenúncio de vitória da sensatez contra insensatez, do progresso contra o atraso e da ousadia contra o conformismo. Por isso digamos juntos, todos (gurgueianos e piauienses, ou piauienses do Sul e do Norte), em alto e bom som, por nosso bem, pelo bem das atuais e das futuras gerações: VIVA O ESTADO DO GURGUEIA E VIVA O ESTADO DO PIAUÍ, DOIS ESTADOS-IRMÃOS, QUE A DEUS QUERER, SEMPRE SE AJUDARÃO!
2011 chegando ao fim e 2012 surgindo como um ano promissor para a causa pró-Gurgueia
Por Eugênio Paraguassú.
O ano de 2011 chega ao fim após o dia de hoje. Em razão disso, o Blog Gurgueia deseja a todos os gurgueianos e a todos os piauienses, bem como a seus leitores e comentaristas, um Feliz e Próspero Ano Novo, cheio de realizações, conquistas, saúde, paz, fé e os melhores sentimentos. Um Feliz e Excelente 2012 a todos!
Este blog também deseja que todos possam ter tido um Feliz Natal, cheio de paz, fraternidade e solidariedade, num clima de festa familiar e sob inspiração cristã.
Além disso, desejamos que todos possam ter extraído lições e aprendizados do ano que está terminando, levando-se em consideração, de forma reflexiva e construtiva, tudo o que se passou, as alegrias e tristezas, as realizações e frustrações, as conquistas e decepções, as vitórias e derrotas. Mas que, acima de tudo, todos possamos ter nos tornado seres humanos melhores e mais dignos, e que possamos ter aprendido com nossos erros para conseguirmos acertar mais, em benefício nosso e dos outros.
Sobre a causa Gurgueia, podemos afirmar que o Centro de Debates e Estudos do Gurgueia - CEDEG, entidade pró-Gurgueia da qual este blogueiro tem a honra e o prazer de fazer parte, como 2º Secretário atualmente (biênio 2011/2013), irá intensificar suas ações já a partir dos primeiros meses de 2012, a fim de fazer com que os piauienses saibam mais sobre a proposta de criação do Estado do Gurgueia e o quanto ela representa o bem de todo o Piauí. Esse é um compromisso nosso, é compromisso do CEDEG. Quem sabe não teremos o plebiscito do Gurgueia coincidindo com as Eleições 2012?
A propósito, nesse fim de ano e começo de novo ano, pedimos aos piauienses para não confundirem a causa pró-Gurgueia com nada, nem com outras propostas de emancipação, nem com certos políticos do Piauí que são abominados por muita gente. E assim pedimos, porque a questão do Gurgueia é única e maior do que qualquer político ou qualquer “picuinha”. O Gurgueia é hoje um sentimento popular presente em todo o Sul do Piauí, é uma vontade do povo mesmo. Alguém duvida disso? Pois que se pergunte às pessoas da região Gurgueia se querem que sua região vire um Estado ou não!
O Estado do Gurgueia será investimento em pessoas, na qualidade de vida de toda uma população. Os políticos do Gurgueia, todos eles somados, serão menores do que a grandeza que o Estado do Gurgueia representará para a população sul piauiense e para o Piauí. O novo Estado, mesmo sendo gasto ou despesa, trará retorno para o Sul do Piauí, e contribuirá, sem dúvidas, com o novo Piauí, também, que terá uma máquina administrativa mais enxuta, para investir numa área bem menor.
Deixem, caros irmãos piauienses, que os gurgueianos julgarão seus políticos, seus candidatos! Esperamos, é claro, que o povo o Gurgueia, bem como o do novo Piauí, julguem seus políticos com sabedoria, para eleger gente séria, honesta e trabalhadora. O que não acrescenta e não é convincente, é dizer que não se deve criar novos Estados porque isso aumenta a quantidade de políticos ladrões! Não é bem assim, até porque muita gente reclama, mais sempre vota nos mesmos políticos chamados de “ladrões”, desonestos e corruptos! Infelizmente, reclama-se muito, mas chega eleição passa eleição e não se faz muito para mudarmos a política e melhoramos o nível de nossos políticos! Façamos uma reflexão nesse sentido e façamos, também, a nossa parte, votando bem, praticando mais o “voto de qualidade”, já que a tão cantada e decantada Reforma Política está tão “difícil de sair”, de ser colocada em prática!
Que 2012 seja infinitamente melhor do que 2011 para o Gurgueia, para o Piauí, para o Brasil e para toda a humanidade! Em 2012 vamos ousar mais, façamos o possível para melhorar o mundo! Por fim, registramos que inovaremos no Blog Gurgueia a partir de 2012, abordando temas outros, além do Gurgueia, de forma a sermos propositivos e construtivos, apresentando boas ideias, boas práticas e boas propostas, que contribuam com nossa edificação enquanto seres humanos e com o Gurgueia, com Piauí, com Brasil e com mundo! Assim, tenhamos fé, coragem, determinação e ação, para sermos sempre construtivos e contribuirmos com um mundo melhor e mais justo para todos!
Estado do Gurgueia é a solução para o Piauí; revista Veja demonstra isso indiretamente
Por Eugênio Paraguassú.
Deu na Revista Veja: o Estado do Piauí tem a pior gestão pública do Brasil! Numa escala que vai de 0 (pior) a 100 pontos (melhor), a Unidade de Inteligência do grupo inglês Economist analisa 25 indicadores em oito categorias para formar o ranking dos melhores locais para investir, levando-se em consideração todos os Estados brasileiros e o Distrito Federal.
O estudo, que foi patrocinado pelo Centro de Liderança Pública e publicado por Veja, mostra que o Piauí (o pior) ficou com nota 19,3, enquanto que o Estado mais bem avaliado, que é São Paulo (o melhor), ficou com nota 77,2. O Estado do Piauí ficou atrás do Acre (24,7) e do Amapá (20,5) - ex-Territórios Federais, que juntamente com o Piauí formam, digamos assim, uma tríade considerada "ruim" na avaliação da gestão pública. As categorias pesquisadas foram: ambiente político, ambiente econômico, políticas para investimentos estrangeiros, infraestrutura, recursos humanos, sustentabilidade, regime tributário e regulatório e inovação.
A propósito, a revista Veja coloca em sua reportagem: “ ’A meta principal é fortalecer as instituições e evitar o personalismo. Por isso, não foi analisado o desempenho dos governantes, mas das políticas públicas implementadas ao longo dos últimos anos. Instituições vigorosas estão na base do sucesso de uma nação’, diz Luiz Felipe d’Ávila, diretor-presidente do Centro de Liderança Pública. De fato, a robustez das instituições explica o desempenho dos estados que estão no topo da avaliação. São Paulo está entre os três primeiros em sete dos oito quesitos e lidera a classificação geral. ‘O Estado de São Paulo apresenta o melhor ‘ecossistema’ para a realização de negócios. Tem estabilidade política, as melhores universidades, boa infra-estrutura e uma indústria de serviços consolidada. Só precisa simplificar seu sistema tributário’, aponta D’Ávila. Já o Piauí, o último colocado, é exatamente o oposto – trata-se de um estado com instituições sucateadas e um poder púbico deficiente. A infra-estrutura é tão precária que a produção precisa ser escoada por meio de estados vizinhos. Para se ter uma idéia, a construção do Porto de Luís Correia, obra que amenizaria o problema, arrasta-se há mais de 30 anos.’ ”
No Município de Uruçuí, um dos de maiores PIB's do Piauí e que fica na região do Gurgueia, o Posto de Fiscalização da Secretaria de Fazenda do Estado, por exemplo, é coberto com palhas, mostrando uma falta de infra-estrutura e abandono que afastam os investidores (foto).
Essa triste constatação certamente é, ou pelo menos deveria ser motivo de vergonha para os piauienses. Ora, numa lista de vinte e sete entes federados, o Piauí figurar em último lugar, não é um motivo a ser comemorado, muito pelo contrário, mas uma grande vergonha e motivo de reflexão para buscarmos uma outra via, um outro caminho, que, ao nosso ver, passa por emancipação e rearranjo político-administrativo, rumo ao nosso tão esperado e apregoado desenvolvimento, rumo ao nosso progresso, inclusive na área da gestão pública, da qual todas as áreas e setores de um Estado dependem ou com ela guardam relação.
Assim, não tem jeito: o Piauí tem que atestar sua “incapacidade” ou “imensa dificuldade” de se desenvolver sozinho (ou com a ajuda do Governo federal) e libertar a região do Gurgueia, apoiando a emancipação político-administrativa do Sul piauiense,e a conseqüente criação do Estado do Gurgueia, que certamente virá para o bem de todo o Piauí, que sem dúvidas, será um Estado muito melhor do que é hoje, bem como o Gurgueia, também. Por que insistir no erro, se podemos acertar com uma decisão ousada, justa e corajosa? Por isso, VIVA O ESTADO DO GURGUEIA E VIVA O ESTADO DO PIAUÍ, também!
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Foto: Revista Veja - edição de 28/12/2011 (edição 2249).
Lançada ideia de criação do Movimento Popular e Jovem pela Criação do Estado do Gurgueia
Por Eugênio Paraguassú.
No último dia 4 de dezembro de 2011, na Assembleia Geral que elegeu a nova Diretoria do CEDEG (Centro de Estudos e Debates do Gurgueia) para o biênio 2011/2013, ocorrida no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Piauí, este blogueiro e 2º Secretário do CEDEG (eleito naquela ocasião), fez uso da palavra e, além de outras coisas que abordou, como a necessidade de maior arrecadação financeira da entidade para a execução de seus fins, lançou e defendeu a criação do MPPG, que seria o Movimento Popular e Jovem pela Criação do Estado do Gurgueia.
Tal movimento seria uma associação, uma entidade sem fins lucrativos, de caráter popular para mobilizar e arregimentar forças em favor da criação do Estado do Gurgueia e de um novo Piauí, já que o CEDEG é uma entidade mais técnica e votada para estudos e debates sobre o Gurgueia. Essa ideia de uma entidade popular pró-Gurgueia, já de algum tempo, era pensada por este blogueiro. E, nesse sentido, numa reunião do CEDEG ocorrida nesse segundo semestre de 2011, para nossa surpresa e felicidade, o Presidente do CEDEG, o Conselheiro Jesualdo Cavalcanti, sem que tivéssemos conversado com ele nesse sentido, também falou na ideia.
Assim, é lançada a ideia do Movimento Popular e Jovem pela Criação do Estado do Gurgueia (MPPG), como mais uma entidade pró-Gurgueia e suprapartidária, de caráter fortemente popular e com destacada participação da juventude idealista, ousada e vibrante do Gurgueia e do Piauí, que possa congregar pessoas físicas e jurídicas favoráveis a um Piauí bem melhor do que o temos hoje, com a criação do Estado do Gurgueia.
Gurgueia ganhará Subseção da OAB/PI; é a quarta na região
Por Eugênio Paraguassú.
A cidade gurgueiana de Bom Jesus e os Municípios circunvizinhos de Cristino Castro, Curimatá, Currais, Redenção do Gurguéia, Palmeira do Piauí, Santa Luz, Eliseu Martins, Colônia do Gurguéia, Alvorada do Gurguéia e Uruçuí ganharão uma Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção do Piauí (OAB/PI). Neste próximo dia 17 de dezembro (sábado), haverá a instalação e eleição da primeira Diretoria da Subseção. A votação deverá ocorrer das 08 às 17h.
A Subseção de Bom Jesus é a quarta na área do Gurgueia, pois além dela, já existem as Subseções de Floriano, de São Raimundo Nonato e de Corrente. Aprovada pelo Conselho Pleno da OAB/PI, em votação realizada nesse segundo semestre, em Sessão Ordinária, na qual estiveram presentes este blogueiro, como advogado da região do Gurgueia, e o Dr. Edivam Guerra (meu pai), também advogado e do Gurgueia, a nova Subseção surge para reforçar a advocacia e a cidadania na região do futuro Estado do Gurgueia.
A eleição será composta de Chapa Única, contituída pelos seguintes membros: Patrícia Cristina Ceccato Barili (presidente), José Coelho Neto (vice-presidente), Silas Barbosa de Menezes (secretário-geral), Raimundo Nonato Borges Barjud (secretário-adjunto) e Jaime Ricardo Raupp (tesoureiro). Para vencer a eleição, a chapa precisa receber mais de 50% dos votos.
Integram a Comissão Eleitoral os advogados Denyse Costa e Silva - OAB/PI 6897, Douglas Franco Torres de Oliveira - OAB/PI 8415, Paulo de Tárcio Santos Martins – OAB/PI 2475, Jayro Lacerda Lima – OAB-PI 6591, e Gilson Fonseca Barbosa Filho – OAB/PI 7132. Já a Comissão de Coordenação do Processo Eleitoral é presidida por Afonso Teles Coutinho – OAB/PI 1138, e composta por Joaquim Santana Neto – OAB/PI 3584, e Sebastião Rodrigues Barbosa Junior – OAB/PI 5032-B.
SUBSEÇÃO DA OAB/PI DE BOM JESUS
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Foto: www.oabpi.org.br.
Povo paraense deu seu "veredicto" no plebiscito: PA deve permanecer do jeito que está
Por Eugênio Paraguassú.
O plebiscito do Pará, a fim de saber da opinião do povo paraense, sobre a criação dos Estados do Tapajós e Carajás e o novo Estado do Pará, foi realizado no último dia 11, e a esperança Tapajós e do Carajás foi derrotada impiedosamente. O sonho emancipacionista foi derrotado pelo menos momentaneamente.
O "veredicto", a decisão foi a seguinte: quase 70% (66%, aproximadamente) dos paraenses disseram NÃO ao Tapajós, a Carajás e ao novo Pará, ao passo que pouco mais de 33% disse SIM à nova configuração territorial, com a criação do Tapajós e de Carajás.
Entretanto, é muito interessante e pertinente um comentário de um provável paraense (como ele mesmo se coloca), chamado Maciel Moura, no Portal G1 (portal de notícias da Rede Globo), em relação ao plebiscito. Eis o comentário, na íntegra: “Todos falam “Pra que dividir o estado, só para ter mais ladrão político”. “Bobeira gastar dinheiro com isso”. E vamos ficar ouvindo isso o resto da vida, e o PARÁ vai ficar do mesmo jeito. As pessoas que falam que não tinha necessidade de divisão são hipócritas só pensam em si. Essa era uma oportunidade de mudança para o nosso estado querido, mas não, o povo só pensa em político ladrão e roubalheira, será que não enxergar melhorias. Esse é defeito de nós brasileiros, só sabemos ser negativos sem ao menos tentarmos.”
A propósito, no caso do Gurgueia, quando houver o competente plebiscito, que a situação seja outra, que o desfecho possa ser diferente do que ocorreu no Pará, para que, juntos, Gurgueia e Piauí, gurgueianos e piauienses, possamos comemorar e num futuro próximo ter consciência de que fizemos o maior bem que se podia ter feito a todo o Piauí, sem arrependimento por nossa decisão. E que possamos tomar essa decisão livres e conscientes do acerto da mesma para o bem das presentes e futuras gerações!
Então, piauienses, os do Sul e os Norte, principalmente aqueles que sonham com um futuro melhor para si, para suas famílias e para as gerações vindouras, uní-vos em torno da causa Gurgueia/Piauí (estados irmãos) e avante, pois a luta continua e o Gurgueia e o Piauí, com suas populações, precisam e merecem um porvir promissor a ser descortinado pelo progresso e prosperidade que a emancipação trará, como um grande e único alento para os filhos e habitantes de duas valorosas regiões, que são o Sul do Piauí (Gurgueia) e o Norte do Piauí (o novo Piauí).
Amanhã os paraenses votam no plebiscito sobre o Tapajós e Carajás
Por Eugênio Paraguassú.
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Foto: neccint.wordpress.com
Será amanhã, 11 de dezembro de 2011, o dia em que os eleitores de todo o Pará irão às urnas para dizer se querem a criação dos Estados do Tapajós e de Carajás, e um novo Pará, a partir do desmembramento do território paraense em 3 (três) partes.
A consulta plebiscitária será uma chance única de todo o Pará acertar em sua escolha. Outro plebiscito no Estado para tratar de sua possível divisão territorial, poderá ser daqui a décadas. Por isso é que se o Pará quiser criar o novo Pará, o Tapajós e Carajás, que isso ocorra no plebiscito de amanhã, pois caso contrário um arrependimento posterior poderá ser tarde de mais. Não se pode brincar de fazer plebiscito e “nem se pode chorar o leite derramado depois”!
Se a divisão político-administrativa do Pará, na opinião da maioria dos paraenses, for melhorar a Educação, a Saúde, a Segurança Pública, o Saneamento Básico, a Habitação, o Emprego e Renda e outras áreas em todo o Estado, eles criarão o Tapajós, o Carajás e o novo Pará, a não ser que eles tenham muita fé de que, sem o desmembramento, o Pará conseguirá sozinho, com a força e atuação de seus políticos, de seus representantes dar um salto de progresso muito grande a curto ou médio prazo. A decisão do plebiscito é polêmica e muito delicada, mas exige equilíbrio e visão de futuro!
Assim, que os paraenses votem com sensatez e vejam o que é melhor para todo o Estado, para votar acertadamente no plebiscito de amanhã. Em nossa modesta opinião, mas respeitando o direito de quem pensa diferente, o Pará ganhará muito mais se sua área geográfica e político-administrativa for reconfigurada, com a criação do Tapajós, de Carajás e do novo Pará. Em todo caso, e apesar de certas pesquisas indicarem que a maioria do povo paraense não quer promover a alteração do território do Pará, seja o que Deus quiser!
Veja a composição da nova Diretoria do CEDEG, eleita no dia 04 de dezembro de 2011
DIRETORIA EXECUTIVA:
Presidente: Jesualdo Cavalcanti Barros
1º vice: Edson de Castro Ferreira
2º vice: João Madson Nogueira
3º vice: Carlos Alberto Bezerra de Alencar
1º secretário: José Lopes de Sousa Neto
2º secretário: Eugênio Paraguassu Martins Guerra
1º tesoureiro: Carlos Alberto Matão Lemos
2º tesoureiro: Valmir Martins Falcão Sobrinho
CONSELHO FISCAL:
Membros efetivos - Geraldo Magela Barros Aguiar, João Martins de Araújo Costa Filho, Agamenon Sérgio Pereira Bastos e João Falcão Neto.
Suplentes - Sigifroi Moreno de Souza, Benjamin Valente Filho e Mariângela Paz Góes Souza.
CONSELHO CONSULTIVO:
Membros efetivos - João Vicente Claudino, Marcelo Costa e Castro, Júlio Cesar de Carvalho Lima, José Francisco Paes Landim, Hugo Napoleão do Rego Neto, Sebastião Rocha Leal Júnior, Wilson Nunes Brandão, Sigifroi Moreno Filho, José Icemar Lavor Neri, Joaquim Kennedy Nogueira Bastos, Deoclecio Dantas Ferreira, Maria do Socorro Rocha Cavalcanti Barros, Luiz Coelho da Luz Filho, Alcindo Piauilino Benvindo Rosal, José Leão Azevedo de Carvalho, José Mendes de Sousa Moura, Margarete de Castro Coelho, Liziê Coelho, Gustavo Neiva, João Brandão Júnior, Tertuliano José Lustosa Cavalcanti, Francisco Ferreira de Lima, Nilmar Valente de Figueiredo, Valério de Freitas Mendes, Avelar de Castro Ferreira, Fábio Novo, José de Andrade Maia Filho e José Alberto Lemos Duarte.
Suplentes - Valdecir Rodrigues de Albuquerque Júnior, Jailson Cavalcante Barros, Moaci da Rocha Amorim, Francisco Donato Linhares de Araújo, Ercílio Matias de Andrade, Quirino de Alencar Avelino, Marcos Oliveira Damasceno, Laércio Barros, José Luiz de Paiva Igreja e Delite Rocha Barros.
CEDEG elege nova Diretoria para o biênio 2011/2013
Foi realizada dia 4 de dezembro de 2011, às 9:30 horas, no Plenarinho da Assembleia Legislativa, mais uma assembleia geral do CEDEG, com expressivo comparecimento de seus sócios.
Convidados especiais também se fizeram presentes, como o deputado Themístocles Filho, presidente da Assembléia Legislativa, ex-deputado Ciro Nogueira, ex-governador Guilherme Melo, e ex-deputado Mainha, entre outros. Na ocasião, além de reeleita e reempossada a diretoria da entidade para o biênio 2011/2013, com algumas mudanças, foram aprovadas a prestação de contas da gestão que então se encerrava, após a manifestação do sócio João Falcão, em nome do Conselho Fiscal da entidade.
Na oportunidade vários sócios usaram da palavra, iniciando pelo Deputado Júlio César que analisou as possibilidades de emancipação do Gurgueia, que considera muito mais promissora que a situação do Pará. Em seguida usou da palavra o vice-presidente Carlos Alberto Bezerra de Alencar, ressaltando a necessidade de captar mais recursos para o Cedeg para que a instituição possa promover ampla campanha de esclarecimento. Na mesma linha falaram o Deputado Edson Ferreira, Marcos Oliveira Damasceno, José de Andrade Maia Filho, Valmir Falcão, Eugênio Paraguassu (o comandante deste blog, que foi Conselheiro Fiscal suplente na gestão anterior, e agora, na nova gestão, passou a ser 2º Secretário da Diretoria Executiva) e Delite Rocha Barros.
Finalizou a solenidade, o presidente Jesualdo Cavalcanti, agradecendo a presença de todos e convocando para a luta em prol da criação do Estado do Gurgueia.
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Plebiscito do Carajás e do Tapajós, no Pará, será daqui a uma semana
Por Eugênio Paraguassú.
O plebiscito que vai definir ou não o desmembramento do Estado do Pará, para a criação dos Estados do Carajás e do Tapajós e do novo Pará, será daqui a uma semana, exatamente no dia 11 de dezembro de 2011 (próximo domingo, das 08h às 17h, como numa eleição comum).
Os eleitores paraenses deverão responder às seguintes perguntas diante da urna eletrônica : “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do estado do Tapajós?” e “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do estado do Carajás?
No dia 11 próximo o povo paraense, em nossa humilde opinião, poderá fazer justiça e o maior bem a todo o Pará, pois apesar das riquezas do Estado, existe um movimento histórico e sentimento popular para que haja a partilha do território paraense. Além disso, a maioria do povo é pobre e desassistido pelo Estado. Então, os paraenses podem fazem justiça e criar o Carajás e o Tapajós. Entretanto, se não houver a criação desses novos Estados, não poderá haver arrependimento... Esse será o mesmo caso do Gurgueia e do Piauí, também, na hora do plebiscito. Assim, que haja uma séria reflexão nesse sentido.

Foto: http://www.digitalnoticias.com.br/dn/modules/artigos/item.php?itemid=655.
Bandeira pró-Gurgueia tem as cores da Bandeira Nacional
Por Eugênio Paraguassú.
Dia 19 último foi o Dia da Bandeira do Brasil. O Pavilhão Nacional, destacando um forte “Ordem e Progresso” em seu centro, tem cores bem vivas e representativas de nosso país: o verde, o amarelo, o azul e o branco. No caso do Gurgueia, não é diferente, pois essas quatro cores estão presentes na bandeira pró-Gurgueia, que pode vir a ser a bandeira oficial do futuro Estado do Gurgueia.
Aqui, o Blog Gurgueia registra sua homenagem a esse grande e belo símbolo brasileiro chamado Bandeira Nacional, e faz uma comparação da Bandeira pró-Gurgueia (símbolo da causa pró-Estado do Gurgueia) com o Pavilhão Nacional, que juntas, guardam em comum as cores, num feliz e inspirada relação. São mãe (Bandeira nacional) e filha (Bandeira do Gurgueia) em simbiose, em sintonia, formando uma grande e boa união e fazendo o povo gurgueiano vislumbrar e ter esperança na mais "nova estrela da Bandeira" - o Estado do Gurgueia.
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Foto: Bandeira (Pavilhão) Nacional - www2.camara.gov.br.
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Foto: Bandeira do Movimento pela Criação do Estado do Gurgueia (Bandeira pró-Gurgueia) - vexilologia.com.br.
Programa da Frente Pró Estado do Carajás exibido em 14/11/2011
Programa televisivo da Frente Pró Estado do Carajás exibido em 14/11/2011 (por favor, assista e compare o exemplo do Carajás/Pará com o do Gurgueia/Piauí) :
CAMPANHA DO CARAJÁS E DO TAPAJÓS É BEM FUNDAMENTADA E MUITO CONVINCENTE (Veja vídeo)
Por Eugênio Paraguassú.
Veja a primeira propaganda televisiva Pró-Criação do Estado do Carajás, no Pará (exibida no dia 11/11/2011). A propaganda é extremamente convincente e muito bem embasada, demonstrando, claramente, o acerto da ideia de desmembramento do Pará. O que é mostrado no vídeo pode ser aplicado ao Piauí, também, em relação à ideia de criação do Estado do Gurgueia - que, em nossa modesta visão, é um projeto de salvação de todo o Piauí, não só do Sul do Piauí.
Sabemos que a contrariedade pode ocorrer na discussão em torno de uma ideia, pois vivemos numa democracia, e, portanto, devemos entender e admitir o fato de alguém discordar de nossa opinião, mas procuremos discutir o Gurgueia e o Piauí em termos elevados e com seriedade e respeito. Veja o vídeo a seguir, e diga, sinceramente, se não há motivos para se criar novos Estados no Brasil, inclusive o Gurgueia (não um Gurgueia que vá ser um “assalto” ou um "inimigo" do Piauí, mas um Gurgueia que, somado ao Piauí, formará um FORÇA que trará muito mais desenvolvimento, progresso e bem estar social a toda a área do atual Piauí, beneficiando, assim, aos gurgueianos – sul piauienses – e aos piauienses).
Com o Estado do Gurgueia é mais fácil salvar o Rio Gurgueia
Por Eugênio Paraguassú.
O Rio Gurgueia, que dá nome ao futuro Estado do Gurgueia, precisa de ajuda do Piauí, da população "gurgueiana", das autoridades desse Estado (do Piauí) e do Governo Federal. A criação do Estado do Gurgueia, sem dúvidas, pode ajudar nesse sentido.

Foto: www.meionorte.com (Trabalho de revitalização do Rio Gurgueia na região do Município de Colônia do Gurgueia).
Outrora, o rio já teve uma beleza sem igual e águas mais caudalosas. Hoje, porém, com desmatamento da vegetação de suas margens (matas ciliares) e com a falta de cuidados com o curso d'água, o Gurgueia passa por dificuldades e esta ficando cada vez mais assoreado (obstruído por causa da areia de suas margens, que estão cedendo).
Dessa forma, providências são urgentes e precisam ser tomadas pela sociedade e pelos governos (estadual, municipais e federal), para que o Rio Gurgueia, que hoje nos pede socorro, não morra! Não faria sentido que o maior e mais importante afleunte do Rio Parnaíba pelo lado direito (o lado piauiense) morresse bem ao alcance de nossas vistas, sem que fizéssemos nada para savá-lo.
Fica aqui, então, registrado esse apelo desse “gurgueiano”, que certamente fala em nome de muitos, principalmente daqueles que dependem diretamente do Gurgueia para sobreviver, como os pescadores e comunidades ribeirinhas, para que SALVEMOS O GURGUEIA! Façamos o que pudermos nesse sentido, a começar, por exemplo, por uma grande Campanha, que poderá se chamar SALVEMOS O RIO GURGUEIA! Com a criação do Estado do Gurgueia, isso ficará mais fácil de acontecer, é claro, pois haverá mais recursos para que um fututo Governo do Gurgueia e os Municípios banhados pelo Rio Gurgueia (numa possível parceria com o Governo Federal) trabalhem com a população pela completa revitalização do rio!
Estado do Gurgueia: bom para você, melhor para o Piauí
Por Eugênio Paraguassú.
Foto: Adesivo pró-Gurgueia criado pelo CEDEG (Centro de Estudos e Debates do Gurgueia).
A imagem do adesivo em destaque diz tudo: "Estado do Gurgueia: bom para você, melhor para o Piauí".
É com esse propósito, que os defensores de um Piauí melhor para todos os piauienses (não só os do Norte do Estado) defendem a criação do Estado do Gurgueia. Um Estado que beneficiará a você, que é do Sul ao Norte do Piauí, e melhorará substancialmente todo o Piauí... esse é o Estado do Gurgueia!
O referido adesivo pode ser adquirido gratuitamente na sede do CEDEG, que fica no seguinte endereço: Rua Arlindo Nogueira, 333- Norte – sala 10 – Ed. Luiz Fortes – Teresina – PI, CEP 64002-39. Além disso, para contato com o CEDEG há o fone (86) 3221-3674 e o e-mail cedeg@gurgueia.org.br, além do site da entidade, que é www.gurgueia.org.br. Lá tem toda a bibliografia, todos os livros já lançados sobre o Estado do Gurgueia. Entre em contato, tenha interesse e conheça cada vez melhor a causa pró-Gurgueia!
Vamos lá piauienses... os do Sul e os do Norte do Piauí... para votarmos com conhecimento de causa no futuro plebiscito sobre o Gurgueia, e juntos acertarmos, votando em favor de todo o Piauí, e, criando, assim o ESTADO DO GURGUEIA !
Uma pergunta que não quer calar sobre a proposta de criação do Estado do Gurgueia...
Por Eugênio Paraguassú.
A vida de certos políticos e intelectuais contrários à criação do Estado do Gurgueia - "nortistas" que falam em “Piauí Unido”, mesmo que isso seja às custas de muito atraso e sofrimento da população piauiense, principalmente a parcela do Sul do Piauí - não deve mudar muito se o Gurgueia não for criado. Eles deverão continuar tendo seus mandatos, seus cargos, seus empregos, mesmo sendo indiferentes ao sofrimento, à dor e à pobreza de muitos "irmãos piauienses" (os gurgueianos e os piauienses do norte que "não têm tanta camisa", "tanta vez e voz"). Certos políticos contrários ao Gurgueia (alguns muito radicais) terminam sendo, de certa forma, contra todo o Piauí por causa dessa sua posição. Porém, lembre-se que, como dito anteriormente, os mesmos não devem ter muita alteração em sua situação de vida se o Gurgueia não passar a existir de fato e de direito (de “fato”, ele já existe).
Nesse cenário, o Sul do Piauí continuaria sendo o tradicional "curral eleitoral" que sempre foi (principalmente para políticos do Norte piauiense), e que eles, pelo visto, tanto querem manter atrelado político-administrativamente ao Piauí. Ora, o eleitorado do Gurgueia é uma “boa complementação de votos”, ao menos, para esses políticos garantirem sua eleição ou reeleição. "Não podemos perder essa boquinha!", eles devem pensar. Porém, levando-se em conta que não dá mais para esperar por boa vontade de governantes para fazer o Piauí compensar seu atraso e dar um grande e significativo salto de progresso em relação ao restante da federação brasileira, e, ainda, que o Piauí não consegue aplicar seus recursos de forma mais igualitária em todo o Estado, de forma a garantir um desenvolvimento justo, equilibrado e integral, pergunta-se: O quê o piauiense "comum" ganhará, ou em que a vida do piauiense “comum” mudará ou melhorará substancialmente em relação aos dias de hoje, com a não criação do Estado do Gurgueia, se o Piauí permanecer com sua atual área territorial para sempre?
Sugestão do Blog Gurgueia:
Sinceramente, por não vislumbrarmos (o blogueiro e, sem dúvida muita gente, mas muita gente mesmo desse grande e comprido Piauí), mudanças significativas que afetem profunda e positivamente a vida dos piauienses num curto a longo prazo, ao ponto de termos mais progresso, desenvolvimento e mais auto-estima, e, também, em respeito ao povo sul piauiense, que está “cansado de sofrer” há muitos e muitos anos, mesmo “vivendo e pisando sobre uma terra rica”, e por esse povo querer mais autonomia, fazemos um apelo, e pedimos, com convicção e de coração: piauienses, os do Sul e os do Norte do Piauí, contribuam para que suas vidas e todo o Piauí possam mudar para melhor, e apoiem e defendem a criação do Estado do Gurgueia, VOTEM NO SIM AO GURGUEIA, quando houver o competente plebiscito... pensando e crendo num Piauí melhor para todos, porque isso é o que deve ocorrer com o Gurgueia e o Piauí! Acreditamos, além disso, que é difícil, também, surgir e haver dinheiro que compense o atraso secular a que o Sul do Piauí tem sido submetido, por isso o sentimento de emancipação do povo gurgueiano é bem forte e presente na população sul piauiense. Teria que haver milhões e milhões de reais só para o Gurgueia, fora o Piauí. Mas não há esse dinheiro, pois nosso Piauí é rico em potencial, mas é pobre por causa de seus índices sociais e econômicos, a maioria de nosso povo é pobre, infelizmente...! Só que o Gurgueia tem tudo para mudar essa lamentável realidade, pois Gurgueia e Piauí poderão e deverão se ajudar, e assim, os dois serão bem melhores; poderão crescer e se desenvolver juntos, num ritmo bem intenso, crescendo como crescem Tocantins e Goiás, e Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, estados que são exemplos de que a divisão é extremamente vantajosa e beneficia muito os dois lados envolvidos no processo de redivisão territorial.

Foto: http://www.cidadeverde.com (Portal Cidadeverde.com).
Livro "Sertões de Bacharéis" é lançado pelo Conselheiro Jesualdo Cavalcanti
Por Eugênio Paraguassú.
Foi lançado nesta quarta-feira (26) o livro "Sertões de Bacharéis - O poder no Piauí entre 1759 e 1889", fato que ocorreu no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE/PI), em Teresina.
O livro, de autoria do ex-deputado estadual e ex-conselheiro do TCE/PI Jesualdo Cavalcanti Barros, é composto por fotos e documentos coletados durante anos de pesquisa, que relatam a história do poder no Piauí no período entre 1759 e 1889. A solenidade foi bem prestigiada, contando com a presença de autoridades, vários profissionais e amigos do autor.
Livro Sertões de bacharéis: o poder no Piauí entre 1759 e 1889
O Gurgueia e o Piauí vão poder ter um desenvolvimento social maior com desmembramento
Por Eugênio Paraguassú.
A criação do Gurgueia seria, também, além de um feliz resultado de uma histórica luta a favor do progresso e do desenvolvimento de uma região e contra as disparidades sócio-econômicas entre o Norte e o Sul do Piauí, defendida por muitos e pelo grande Conselheiro Jesualdo, filho da região gurgueiana (de Corrente), ele que abrilhantou debate promovido pela TV Cidade Verde, de Teresina (PI), no último dia 19 de outubro, ao lado de seus pares na bancada do Gurgueia, um homem abnegado e desapegado como poucos que conheço e que tão ardorosa e apaixonadamente defende a causa pró-Gurgueia, esse empolgante e palpitante tema, que traz em sua essência a ideia de um Piauí melhor para todos, de Norte a Sul. Seria, digamos assim, um Piauí e Gurgueia vigorosos e prósperos.
Nesse contexto, será que o piauiense considera justo e aceitável a situação de atraso, miséria, pobreza e fome a que estão submetidas muitas pessoas da população sul piauiense (a população gurgueiana), gente que está numa situação bem pior do que muitos habitantes do Norte do Piauí, por falta dos devidos investimentos que deveriam ser feitos no Gurgueia?
Será que uma máquina administrativa própria e mais próxima do Gurgueia, não contribuiria para que houvesse mais emprego e renda, mais educação, saúde, segurança pública, saneamento básico, abastecimento d’água, estradas, energia elétrica? Será que aquela grande região e aquela valorosa população (na qual estou incluído, graças a Deus) não merecem ser mais respeitadas, melhor tratadas e compensadas pelo Piauí, por causa do histórico atraso que o Gurgueia foi obrigado a suportar até hoje, ao ponto de receber a emancipação, sua liberdade para progredir e prosperar muito mais e melhor? Façamos Justiça ao Gurgueia e ao Piauí... e que o Piauí, possa quitar a histórica dívida que tem, através de sucessivos governos, em reação ao Gurgueia, votando em mais desenvolvimento, em mais progresso, em mais prosperidade, em mais saúde, em mais educação, em mais segurança, em mais emprego e renda, em mais justiça social...! Portanto, digamos SIM AO GURGUEIA, PELO BEM DE TODO O PIAUÍ!
O Gurgueia e o Piauí poderão ter um desenvolvimento econômico maior e melhor
Por Eugênio Paraguassú.
Para quê tanto radicalismo contra o plebiscito e contra o Gurgueia? E o sentimento popular pró-Gurgueia por parte do povo sul piauiense, onde fica? E a solidariedade dos piauienses do Centro-Norte do Piauí (irmãos do gurgueianos) em relação ao Gurgueia? E os exemplos do Mato Grosso do Sul e do Tocantins, não contam? O Carajás e o Tapajós devem ser criados no Pará, pois a maioria dos paraenses deve se convencer da grandeza da causa para todo o Pará, também pelas diferenças existentes entre as regiões, pelo abandono do Carajás e do Tapajós e pelo reconhecimento do Pará de que o Carajás e o Tapajós querem se emancipar.
O Gurgueia tem potencial para ter uma economia forte, muito melhor do que a que possui hoje, tendo em vista que tem uma natureza rica, muita água subterrânea, terras férteis, minérios e um povo trabalhador, disposto e ousado. Mas a riqueza do Sul do Piauí, atualmente, é “acuada”, “sufocada”, “contida” por isso é que a região não é mais desenvolvida. Com a criação do Estado do Gurgueia, porém, essa realidade tem tudo para mudar para melhor.
Você é cristão? Se você o é, onde fica a ideia de partilha, que a Bíblia Sagrada nos ensina? Para quê tanto ranço, preconceito e indiferença em relação ao Gurgueia? E a vontade do povo gurgueiano? Onde fica?
Será que se o Brasil ainda fosse Colônia de Portugal, você defenderia a manutenção dessa situação e estaria satisfeito, ou seria melhor defender a independência, a autonomia do Brasil, que hoje é livre e bem mais próspero do que quando Colônia? Pense nisso, por favor!





