Curso Gerenciamento de Pequenos Negócios
Estão abertas as inscrições para o curso “Gerenciamento de Pequenos Negócios”. O treinamento faz parte das ações de Gestão Empresarial para empresas e profissionais do segmento de tecnologia da informação e comunicação. O treinamento propicia conhecer as etapas de um planejamento, identificar pontos que podem ser aprimorados através de um planejamento, conhecer e organizar o controle financeiro de uma empresa, concordar em rever posicionamentos sobre a forma de realizar um planejamento, assumir e adotar uma postura empreendedora na condução dos negócios, elaborar um planejamento adequado às necessidades da empresa e utilizar os quatro controles financeiros básicos: movimento de caixa, bancos, formação de preço e contas a receber e a pagar.
Serão 16 horas de capacitação dos dias 18 e 19/05/2012. Todos os participantes concluintes serão certificados. O investimento será no valor de R$ 30,00 por pessoa. Essa é mais uma ação do SEBRAE através do Projeto Tecnologia da Informação e Comunicação no Território de Teresina em parceria com o Instituto Delta.
Conteúdo Programático:
- Planejamento das ações;
- Planejando sua Empresa;
- Organização e Gerencia Empresarial;
- Gestão Financeira;
Gerenciamento de Pequenos Negócios
Público alvo: Empresários e profissionais do segmento de tecnologia da informação e comunicação
Instrutor: Marcelo Viveiros dos Santos
Período: 18 e 19/05/2012 (Sexta e Sábado)
Horário: 08h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00 (Manhã e Tarde)
Carga Horária: 16h de capacitação
Investimento: R$30,00
Local da inscrição: Na sede do SEBRAE/PI na unidade da indústria até o dia 17/05/2012 ou pela internet através do link (http://migre.me/95DUl)
Forma de pagamento: Mercado Pago nas inscrições pela internet ou em 3x nos Cartões Visa, Mastercard, Hipercard nas inscrições feitas na sede.
Observações:
1 - A sua vaga no evento só é garantida com a confirmação do pagamento;
2 - Ao SEBRAE/PI é reservado o direito de adiar e/ou cancelar qualquer curso, caso não haja número suficiente de participantes para sua realização;
3 - Só fará jus ao certificado, o participante que obtiver no mínimo 80% de freqüência;
Laércio Seabra visita a sede do 180graus e é recebido por Helder Eugênio
O diretor geral do 180graus, Helder Eugênio, recebeu na manhã desta segunda-feira (15/05), nas instalações do portal, Laércio Seabra, proprietário da NetLux. Eles participaram de um almoço onde trocaram experiências.
Fundada em 2002, pelo Engenheiro Eletricista Laércio Nogueira Seabra e o seu pai, o economista Francisco de Sales Seabra, a NetLux iniciou suas atividades em Teresina. Apesar de nova a NetLux iniciou suas atividades em Teresina baseada na larga experiência de seus sócios adquirida em outras empresas.
Neste espaço de tempo a empresa dotou-se de uma estrutura ágil, flexível e informatizada, formando uma equipe técnica equipada e qualificada, sempre direcionada a atender e cumprir a contento seus compromissos assumidos.
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
Elizabeth Araújo apresenta material do BrVox a palestrante em Fortaleza
Depois da palestra de Gil Castillo no 10º Congresso de Marekting Político em Fortaleza, a gerente dos Municípios do 180graus, Elizabeth Araújo entregou o material promocional do BrVox.
A palestrante elogiou bastante, pois além de tudo é um material que tem muita serventia para os candidatos.
O instituo BrVox tem sede em Brasília e fará pesquisas em todo o Brasil.

Sterlix inaugura em Teresina e diretores visitam 180graus
A Sterlix está presente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e agora Piauí. É Uma empresa que oferece serviços de gerenciamento completo de resíduos, que vão desde a coleta até a destinação final. Está preparada para receber resíduos perigosos da área de saúde, que não podem ser depositados em aterros comuns de lixo doméstico.
Diretores da Sterlix Ambiental visitaram no início da tarde desta quarta-feira (25/04) as instalações do 180graus e foram recebidos pelo diretor geral Helder Eugênio e o editor chefe Allisson Paixão.
Jorge Barbosa, diretor presidente, e Roberval Bichara Battaglini, diretor comercial, vieram de São Paulo para a inauguração na capital. Os diretores Lukano Sá e Felipe Melo, representam a empresa no estado.
Instituto Galaxy realiza curso 'Nos passos do Kaizen' com 180graus
O Instituto Galaxy realizou neste sábado (10/03), para os colaboradores do 180graus, o curso “Nos Passos do Kaizen”. As atividades tiveram inicio às 7h30, e teve como ministrante o editor-chefe do Maior Portal do Piauí, Allisson Paixão.
Durante todo o dia os participantes tiveram a oportunidade de aprender técnicas de como melhorar a sua vida profissional baseada nos conceitos do Kaizen, que é uma palavra de origem japonesa com o significado de melhoria contínua, gradual, na vida em geral.
Setor de Serviços mostra por que é fundamental ser bom em vendas
Identificar as necessidades do cliente e oferecer a ele o que realmente precisa é primordial para a eficácia e a sobrevivência do negócio. Dois ‘experts’ em vendas e seus franqueadores contam como é importante tino comercial no setor de serviços para que a franquia cresça
Numa franquia de serviços, um franqueado ‘vendedor’ faz a diferença? Dois franqueadores deste setor – Marcos Paulo Perfeito, da WSI, e Iram Torquato, da OligoFlora – são enfáticos em afirmar que, com tino comercial, é muito mais fácil vender e conquistar clientes. Isso vale tanto para serviços de marketing digital e Internet, expertise da WSI, como para tratamentos de estética funcional – mercado da OligoFlora.
Perfeito analisa a questão com base em sua realidade de mercado. “O desenvolvimento em web ainda é incipiente e muitas empresas consideram a gestão na Internet um custo e não um investimento”, observa. “O franqueado bom de vendas precisa entender como se faz este trabalho e apresentar, no momento da venda, resultados concretos que podem ser obtidos quando se contrata serviços como este”.
Segundo o franqueado Waldemar Antonaccio, que trabalha com a marca há cerca de quatro anos, foi preciso realizar um trabalho de educação com os clientes, ou seja, informá-los sobre o que são e a força que têm as mídias digitais. “Só assim eles se deram conta da importância de um trabalho realmente profissional. Há muito amadorismo quando o assunto é Internet”.
Antonaccio afirma que, mais do que uma simples venda de serviços, dedica-se ao desenvolvimento de um plano de marketing. Antes, porém, tenta identificar o que o cliente realmente necessita. “Cada projeto é único e exige muito empenho e dedicação. Quando os resultados aparecem – e o cliente fica mais conhecido e passa a lucrar mais – a satisfação não é só dele, mas minha também. E cliente satisfeito nos abre outras portas”, finaliza.
OligoFlora – O franqueador da OligoFlora, Iram Torquato – que está à frente de uma rede de Studios de Beleza e Bem-Estar composta por mais de 60 unidades – considera a habilidade em vendas um dos aspectos mais importantes em seu processo de seleção de franqueados. “Para vender bem, no nosso caso, o franqueado precisa, ainda, identificar-se com nossa proposta: tratar cada cliente de dentro para fora. Se ele está com o organismo equilibrado – o que fazemos por meio da Oligotecnologia – a beleza é consequência”. Torquato vai além: “Participar de eventos, buscar novos meios de divulgação dos serviços e ser bastante proativo neste sentido também é fundamental.”
O franqueado de Barretos (SP), Eduardo Cury, diz que o grande desafio que encontra é encaixar o tratamento ofereceido pelo Studio ao orçamento do cliente. “ É uma verdadeira batalha”, diverte-se. “Com o tempo, fui aprendendo. Vender é uma arte, é demonstrar que aquilo que se vende tem valor e é necessário para o cliente naquele momento em especial”.
Para ele, quando se tem um bom produto ou serviço, o esforço de vendas é menor. É o caso da OligoFlora. “O que oferecemos em prol da beleza e do bem-estar, além de inovador, cumpre o que promete, trazendo inúmeros benefícios. Muitas pessoas restauraram sua qualidade de vida”, testemunha Cury. “O que mais o motiva é ver o sorriso de cada cliente que deixa meu Studio. Não há prêmio maior que este”, finaliza.
Panificadora Paladar e Instituto Galaxy firmam parceria. Confira!
A Panificadora Paladar ofereceu na manhã do dia 25/02 um café da manhã especial para a equipe do 180graus que estava em treinamento no Instituto Galaxy. A Paladar, representada por Hércules Pereira, gerente da panificadora, é parceira do Instituto Galaxy na realização de coffes breaks para os eventos.
Antes do treinamento os colaboradores do maior portal do Piauí, tomaram café na panificadora Paladar, localizada na Avenida Frei Serafim, e foram recebidos pelo Gerente Hercules Ferreira e toda a equipe. Na oportunidade Hercules falou da importância de um bom atendimento e uma alimentação de qualidade para os clientes. “Sempre procuramos agradar a todos os clientes, e quando trabalhamos na área de alimentação, temos que buscar descobrir novas coisas, priorizando sempre o bom atendimento e a qualidade dos alimentos”, enfatizou Hercules.



Instituto Galaxy fez treinamento em ritmo de Carnaval. Confira!
Com direito a marchinhas e muita animação, o Carnaval no Instituto Galaxy foi com o melhor dos treinamentos para os seus colaboradores em um fim de semana. Na manhã do sábado passado (18/02), o Instituto Galaxy – Consultoria e Treinamento recebeu os profissionais do 180graus para um treinamento com os cursos "Os Cinco Segredos da Comunicação" e "Como Falar Bem em Público".
O curso é coordenado pela Gerente Executiva do Galaxy, Jéssyca Lages. O treinamento começou às exatas 9h com a fala do diretor do 180graus Helder Eugênio. Ele falou da importância de estar em treinamento, de estar se reciclando, lendo livros e aproveitando esse período que é a folga do Carnaval para ter ainda mais aprendizado. "Para muitos, Carnaval é tempo só de festa. Não é só isso. É também participar de treinamentos, ler mais e aprender muito", argumentou.
E em ritmo de Carnaval, para descontrair, os participantes usaram colares festivos, máscaras e 'pularam' o Carnaval logo na entrada do Instituto Galaxy. Com uma decoração personalizada, o ambiente ficou num clima festivo. O evento acontece até as 14h e se encerra com um churrasco, regado a refrigerantes e cerveja. Ao final, uma redação e um teste terão de ser feitos com os participantes do treinamento. Todos aqueles que conseguiram tirar notas acima de 6 vão ser premiados com R$ 40.
VEJA FOTOS DO TREINAMENTO NO GALAXY
_68ffd0_logo.jpg)
Carnaval: veja 10 dicas para evitar uma ressaca financeira na quarta-feira de cinzas
O Carnaval está chegando e nesta época do ano muitos brasileiros aproveitam para viajar e sair da rotina. Assim, no período, não faltam dicas de saúde para quem quer aproveitar ao máximo entre confetes e serpentinas.
Contudo, não é apenas a saúde física que merece atenção, o bolso também requer cuidados especiais. Dessa forma, para que os dias de folia não resultem em uma ressaca financeira na quarta-feira de cinzas, o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, Antonio De Julio, elencou algumas dicas.
Dicas
1 - Vai viajar? Pesquise sobre o lugar antes. Segundo De Julio, quem vai viajar deve procurar saber bem sobre o lugar de destino, informando-se sobre uma possível falta de bancos para sacar dinheiro, supermercados, bem como se os estabelecimentos aceitam cartão de crédito ou débito;
2 – Se for se hospedar em hotel ou pousada, veja se oferecem serviços de guarda-volumes e cofres nos quartos. Ainda assim, procure levar malas com cadeado;
3 – Faça uma relação das roupas que está levando e confira todos os dias. “Muitos grandes furtos começam com pequenas ações, para verificar o grau de atenção do folião”;
4 – Faça um planejamento antes de viajar, pois quando a folia termina, as contas continuam lá;
5 – Ao sair para festejar na rua, evite grandes volumes, mesmo que não sejam de dinheiro, que possam chamar a atenção. Além disso, leve um documento, preferencialmente em um bolso separado com botão ou zíper, pois muitas pessoas perdem documentos por guardá-los junto com o dinheiro na hora de comprar alguma coisa;
6 – Tome cuidado com as clonagens de cartões e evite a ajuda de estranhos, especialmente em caixas eletrônicos. O ideal é guardar todos os comprovantes de compras, e assim que puder puxar um extrato da conta corrente para comprovar os gastos realizados;
7 – Vá para a folia com apenas um cartão e concentre suas compras nele. Preste bastante atenção na hora de digitar suas senhas. Leve os números do cartão de crédito e débito em separados, assim como o telefone das administradoras. Caso sinta falta do cartão, cancele-o na hora.
8 – Deixe joias e relógios de valor, tanto monetário como sentimental, em casa. “Se houver perdas com roubos no Carnaval, que sejam as menores possíveis”, diz o especialista;
9 – Se for levar celular, procure carregar um modelo mais simples, que não chame muito a atenção;
10 – Por fim, não ande com todas as fontes de dinheiro em um único lugar. Diversifique.
Confira oito dicas para que a sua folia não seja desrespeitada
Carnaval é tempo de diversão. Contudo, algumas atitudes das empresas podem transformar o período de festas em verdadeiro pesadelo.
Dessa forma, para que a sua folia não seja desrespeitada, o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo) preparou algumas dicas para o folião se prevenir e até se defender de possíveis abusos.
Dicas
1 – Vai viajar? Fique de olho nos atrasos. O contrato de transporte firmado entre consumidor e companhia aérea ou rodoviária tem data e horários certos para inciar e terminar. Assim, quando estes prazos não são cumpridos, qualquer prejuízo decorrente do atraso, como gastos com alimentos, hospedagem ou mesmo a perda de compromissos, devem ser reparados. Vale lembrar que a empresa deve providenciar hospedagem após quatro horas de atraso.
Ainda sobre o problema, sugere o presidente do Ibedec, José Geraldo Tardin, se o consumidor for vítima de atrasos de voo, por exemplo, é importante que ela busque tirar fotos do painel que mostra o atraso ou cancelamento do voo, bem como guarde todos os comprovantes de despesas com alimentação e hospedagem para, se for o caso, mover uma ação futuramente.
2 – Overbooking. O overbooking acontece quando a empresa vende mais passagens do que tem vagas disponíveis para o trajeto. Quando isso ocorre, o passageiro deve denunciar imediatamente à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), sendo que a companhia pode ser multada em até R$ 3 milhões e o consumidor indenizado não só pelo preço da passagem como por todos os prejuízos que tiver.
3 – Muito cuidado com a bagagem! Identifique as malas por dentro, por fora, com nome, endereço e telefone. Caso a bagagem não seja entregue no local de destino que você desembarcou, sua bagagem será considerada extraviada. Se isso acontecer, procure o balcão da empresa para reclamar.
Na hipótese de a mala não ser entregue ao consumidor no prazo máximo de 30 dias, o consumidor terá direito à indenização.
Segundo Tardin, o passageiro deve declarar antes do embarque o valor atribuído a sua bagagem e pagar o seguro estipulado pela companhia para essa finalidade. No caso de danos à bagagem, somente serão considerados para efeito de indenização os objetos destruídos ou avaliados.
4 – Agência turística tem responsabilidade solidária! De acordo com o Ibedec, a agência turística que vende os pacotes de viagem possui responsabilidade solidária pelos problemas decorrentes na viagem. Assim, aconselha o Instituto, o consumidor deve guardar todos os comprovantes dos compromissos firmados com a agência, bem como panfletos e anúncios. Após contratar o pacote, não se esqueça de pedir nota fiscal e uma cópia do contrato onde conste tudo que foi prometido.
5 – Pacotes de diárias não são permitidos. Apesar de muitos hotéis e pousadas só aceitarem fechar pacotes com diárias correspondentes ao número de dias do feriado, a prática é considerada abusiva, visto que caracteriza uma venda casada.
Conforme o Instituto, os chamados pacotes só podem ocorrer se estabelecerem desconto na compra de mais de uma diária ou se oferecerem adicionais como show musical ou passeios. Ainda assim, alerta o Ibedec, o hotel não pode se negar a vender diárias avulsas a quem desejar; se isso ocorrer, o estabelecimento pode ser multado pelo Procon.
6 – Meios de pagamento. Ao viajar para outras cidades, verifique os meios de pagamento. Isso porque explica o Ibedec, nenhuma empresa é obrigada a aceitar cheques ou cartões. Contudo, se aceitarem, alerta a entidade, não pode haver qualquer tipo de discriminação, como exigir que o cheque seja especial ou que a pessoa tenha um determinado tempo de conta.
7- Previna-se contra acidentes. Ninguém quer que aconteça, mas acidentes podem ocorrer. Assim, o ideal é que, ao viajar, a pessoa contrate um seguro de acidentes pessoais, especialmente para viagens ao exterior. Caso a viagem seja feita por meio de agência de turismo, ela é obrigada a prestar assistência em caso de imprevistos, encaminhando ao menos a vítima para o hospital e fornecendo alternativas de remarcação de viagem ou hospedagem.
8 – Festas e eventos. Por fim, ressalta o Ibedec, nos eventos privados, é obrigatória a divulgação do que está incluído no preço, especificando inclusive quais bebidas ou cardápio estarão disponíveis. Se a informação for inexistente, presume-se que tudo está incluído, podendo o folião comer ou beber todo tipo de produto fornecido no local. Se houver descumprimento de oferta, o consumidor pode chamar a delegacia do consumidor ou o Procon.
Aposentadoria tem prazo de carência, confira
A carência é o tempo mínimo de contribuição que o trabalhador precisa comprovar para ter direito a um benefício previdenciário. Varia de acordo com o benefício solicitado:
Benefício Carência
Salário-maternidade (*) Sem carência para as empregadas, empregadas domésticas e trabalhadoras avulsas;
10 contribuições mensais (contribuintes individual e facultativo);
10 meses de efetivo exercício de atividade rural, mesmo de forma descontínua, para a segurada especial.
Auxílio-doença (**) 12 contribuições mensais
Aposentadoria por invalidez 12 contribuições mensais
Aposentadoria por idade 180 contribuições
Especial 180 contribuições
Tempo de contribuição 180
Auxílio-acidente sem carência
salário-família sem carência
pensão por morte sem carência
auxílio-reclusão sem carência
- A carência do salário-maternidade, para a segurada contribuinte individual e facultativa, é de dez contribuições mensais, ainda que os recolhimentos a serem considerados tenham sido vertidos em categorias diferenciadas e desde que não tenha havido perda da qualidade de segurado.
- Em caso de parto antecipado, o período de carência será reduzido em número de contribuições equivalente ao número de meses em que o parto foi antecipado;
- Para o salário-maternidade nas categorias que exijam carência, havendo perda da qualidade de segurada, as contribuições anteriores a essa perda somente serão computadas para efeito de carência depois que a segurada contar, a partir da nova filiação ao RGPS, com, no mínimo, três contribuições, observada a legislação vigente na data do evento.
** Independe de carência a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza e nos casos de segurado que, após filiar-se ao RGPS, for acometido de doença ou afecção especificada em lista do Ministério da Saúde e do Ministério da Previdência Social.
Greve da Polícia na Bahia causa prejuízo de R$ 400 milhões ao comércio
A greve da polícia miltar na Bahia causou, até o momento, um prejuízo de R$ 400 milhões ao comércio baiano. É o que afirma o presidente da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas), Roque Pellizaro Junior.
Ele explica que o prejuízo foi maior porque a greve começou no início do mês, quando ocorre o pagamento da folha. “Nos dez primeiros dias faturamos tranquilamente mais da metade do que é registrado ao longo de todo o mês”, disse, segundo a Agência Brasil.
Pellizaro acrescentou ainda que a greve terá impacto direto sobre o carnaval e causará questionamento no exterior sobre o risco desta estratégia ser adotada no período da Copa do Mundo e da Olímpiada, que acontecerá no País. “Por mais justas que sejam as reivindicações, esses meios utilizados são questionáveis”.
Volta à normalidade
Já o Fórum Empresarial da Bahia, formado por 20 entidades, como a Fecomércio, Sindilojas, Abrasel e Sinduscon, por meio da Associação Comercial da Bahia, lançou um manifesto que pede o retorno da normalidade.
Em nota, as entidades destacaram prejuízo à população e aos setores produtivos, que “assistiram nos últimos dias a atos de vandalismo, como saques, e ocorrências policiais de gravidade, que são irreparáveis e excedem em muito os limites aceitáveis em manifestações por greves”. Além disso, o Fórum pede o retorno do respeito aos direitos dos cidadãos baianos, como a segurança e livre circulação.
Cresce número de reclamações por cobrança de taxas indevidas na venda de imóveis
Calhamaço com várias páginas e termos estranhos ao comprador leigo, o contrato de aquisição de um imóvel provoca dúvidas mesmo depois de concluída a transação.
As taxas e os valores pagos nesse tipo de negociação têm sido mais questionados na Justiça, segundo especialistas.
No Procon-SP (órgão de defesa do consumidor), as queixas contra incorporadoras e construtoras tiveram aumento de 26% na comparação entre o primeiro semestre de 2011 e o de 2010. Foram 1.981 reclamações nos seis primeiros meses de 2011.
A alta não é proporcional ao volume de vendas do período, já que houve queda de 31,8% nos residenciais comercializados em São Paulo em comparação ao primeiro semestre de 2010.
A diretora de atendimento do Procon-SP, Selma do Amaral, explica que o pagamento de taxas indevidas é o segundo principal motivo de reclamações ao órgão, dentro da categoria transações imobiliárias, logo atrás do não cumprimento de contratos, como atraso na entrega ou defeitos.
Uma das contendas é a comissão do corretor paga ao profissional que intermedeia a venda e que varia entre 6% e 8% do valor da compra. Aqueles que adquirem o imóvel em estandes de venda têm recorrido aos tribunais e aos órgãos de defesa do consumidor para pedir ressarcimento da cobrança.
Outros reclamam da cobrança de assessoria técnica contratada sem anuência, ou, ainda, de terem sido forçados a usar o serviço de despachante de determinadas empresas.
O Sati (Serviço de Assessoria Técnico-imobiliária) está entre as taxas mais questionadas. A cobrança, que costuma ser de 0,88% do valor do imóvel, é considerada imprópria pela comissão de direito urbanístico da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), explica o advogado Marcelo Manhães.
A venda de um serviço extra ou a cobrança da corretagem não é ilegal. Elas se tornam irregulares quando o comprador desconhece o que está adquirindo.
Para o juiz Paulo Scartezini Guimarães, não adianta os serviços constarem do contrato se não estiver claro para o cliente do que se trata.
"O problema é quando a pessoa paga sem ser avisada que aquele dinheiro não servirá para amortizar a dívida da compra do imóvel", diz..
Crescimento de franquias exige cuidado na escolha
O país deve receber cerca de 9.000 unidades de franquia neste ano, que se somarão às 90 mil existentes, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).
Apesar de o índice de sobrevivência desses negócios ser de 98,5%, o modelo reserva armadilhas - como qualquer outro. Mas diversos empreendedores só se dão conta disso ao serem abandonados por franqueadores.
Adriano Agostini, 38, diz ter sido deixado de lado logo após adquirir franquia do IWL (Instituto Wanderley Luxemburgo, de educação esportiva), em Vitória, em 2008.
A marca vendeu material com o mesmo conteúdo para uma rede de ensino - que abriu escola a menos de um quilômetro da unidade de Agostini. Por contrato, a franqueadora garantia que não haveria concorrência da marca em raio de 50 quilômetros.
Em 2009, o instituto fechou, pouco depois de Agostini ter desistido do negócio. "Os administradores não estavam preparados."
Na Justiça, ele pede R$ 470 mil de indenização. Após uma vitória, o caso voltou à primeira instância por ter sido julgado à revelia (o IWL não se defendeu).
"É tática para adiar a decisão", diz Maurício Costa, advogado de Agostini. Representantes do IWL não responderam às ligações da Folha.
Processos como o de Agostini levam anos. Vicente Estevanato, 57, ex-franqueado da lanchonete Arby's, ainda trava batalha judicial. A rede abriu em 1991 e fechou em 1999, por ter padrões rígidos de qualidade e pouca rentabilidade. Guilherme Ferreira, diretor do grupo Bahema, antigo franqueador, diz sentir "certa responsabilidade". Mas afirma: "[Estevanato] fez a avaliação quando entrou".
Crédito: nova linha para reforma exige 3 anos de carteira assinada
A linha de crédito para compra de material de construção para reforma ou ampliação de imóvel com custo máximo de 12% ao ano só poderá ser usada por quem tem pelo menos três anos de trabalho com carteira assinada.
O requisito, que considera o tempo somado em uma só ou em diferentes empresas, é um dos que constam na instrução normativa publicada ontem no "Diário Oficial da União", regulamentando a decisão do Conselho Curador do FGTS no mês passado. O trabalhador que está com a conta inativa -sem emprego formal- poderá ter acesso ao financiamento, mas terá de comprovar saldo no fundo correspondente a, pelo menos, 10% do valor de avaliação do imóvel.
Isso quer dizer que, para reformar um apartamento de R$ 250 mil, por exemplo, será necessário ter R$ 25 mil de saldo na conta, mesmo que o limite para o empréstimo seja de R$ 20 mil por tomador.Vale lembrar que os recursos emprestados são originários do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mas o trabalhador não vai retirar dinheiro da sua conta para ter acesso ao crédito.
O financiamento poderá ser feito na Caixa Econômica Federal, mas a CEF ainda não tem data para oferecer o produto nas agências. No Banco do Brasil, a linha ainda está em estudo. A modalidade, que prevê o pagamento em até dez anos, não impõe limite de renda.
Para Claudio Conz, presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) e integrante do Conselho Curador do FGTS, ainda há escassez de crédito no país e a linha com juros menores deve estimular reformas.
Segundo o executivo, o custo de financiamento equivale a cerca de um terço do que está sendo cobrado atualmente no mercado.Conz adianta que duas das próximas propostas a serem analisadas no conselho serão o crédito para pagamento de mão de obra e também para a regularização do imóvel.
Viagem de Carnaval: saiba como evitar problemas e prejuízos no feriado
Com o Carnaval chegando, os consumidores costumam aproveitar o período para programar uma viagem. Nesta época, alguns compram pacotes turísticos, enquanto outros preferem alugar uma casa ou apartamento para passar os dias do feriado.
De acordo com o Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), após a escolha do passeio do roteiro, o consumidor deve avaliar se prefere um serviço personalizado, com liberdade de escolher a programação, ou uma excursão, onde os roteiros e horários são fixos, valendo a pena checar o número de pessoas que compõem o grupo.
Pesquisar os preços também é fundamental. As ofertas feitas ao consumidor, por meio de anúncios e folhetos, devem conter informações claras, como valores cobrados, categoria das passagens, taxas de embarque, tipos de acomodação (quarto duplo, individual), traslados, refeições oferecidas, guias, número exato de dias, juros nos pagamentos a prazo e, por fim, despesas extras que ficarão por conta do consumidor.
Exterior
Se o consumidor optar por uma viagem internacional, deve ficar atento a questões relacionadas ao câmbio de moeda, pois isso afeta decisivamente os gastos de maneira geral. Segundo a Fundação, nas compras realizadas com cartão de crédito, a conversão será feita para pagamento em real na data de vencimento do fechamento da fatura, portanto, é importante verificar a conveniência de optar por outras formas de pagamento, como traveler check, para evitar gastos fora do orçamento
O consumidor também deve se informar sobre a necessidade de vistos, vacinas, autorização para viagens de menores, para providenciar tudo isso antecipadamente. Além disso, é importante ficar atento aos horários e chegar aos locais de saída dos grupos com antecedência.
O consumidor também não pode esquecer de verificar os limites alfandegários para gastos no exterior.
De olho nas bagagens
Segundo o Procon-SP as bagagens também necessitam de cuidados. Para evitar problemas, veja o que fazer:
1. Viagens rodoviárias: identifique a mala por dentro e por fora com endereço da origem e do destino. Caso leve presentes, transporte na bagagem de mão as notas fiscais de compra; carregue os documentos pessoais e objetos de valor, como joias, também na bagagem de mão. Exija que a empresa transportadora identifique toda a bagagem com um tíquete próprio, do qual uma parte fica com o passageiro.
2. Valor da bagagem: fique atento aos pertences levados na mão, principalmente nas paradas e escalas. De acordo com o Procon, existe um decreto lei de 1998 que determina valores máximos para extravio e avaria na bagagem, mas nem sempre a quantia reembolsada espelha a realidade e, dessa forma, o consumidor acaba tendo de procurar seus direitos judicialmente.
3. De avião: no transporte aéreo, malas, sacolas, pacotes ou bolsas de mão devem ser identificados, dentro e fora, com etiquetas que contenham seu nome, endereço completo e telefone. Eventuais excessos de bagagem podem ser cobrados, por isso, verifique com antecedência o limite de peso ou volume determinado pela companhia. Viagens internacionais podem ter algumas restrições quanto às bagagens de mão.
4. Responsabilidade: após o check-in, a empresa aérea se torna responsável por sua bagagem, por isso, ela deve indenizá-lo, em caso de extravio ou danos. Se preferir, para garantir sua segurança, faça uma declaração dos itens contidos na bagagem, discriminando os valores, e guarde uma via (taxa cobrada à parte).
5. Receita Federal: equipamentos eletrônicos como máquina fotográfica, filmadora, computador portátil etc, devem ser declarados no posto da Receita Federal localizado dentro do aeroporto.
Senado aprova isenção de IR para contribuintes maiores de 65 anos
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou um projeto que isenta os contribuintes com mais de 65 anos de pagar Imposto de Renda sobre qualquer rendimento até o limite do teto previdenciário, hoje em R$ 3.916,20.
Atualmente, esses contribuintes já têm um limite maior de isenção para a tributação sobre o valor da aposentadoria. A proposta, do senador Paulo Paim (PT-RS), é estender esse direito a todos os contribuintes com mais de 65 anos, e não apenas para os aposentados.
"Na verdade, é até uma contradição lógica dar o benefício fiscal a quem já recebe do Estado um benefício previdenciário e não dar esse benefício a quem, por outros meios, amealhou ao longo da vida os recursos necessários para se manter na velhice e não depender da Previdência ou da Assistência Social", disse Paim.
O relator, senador Lindbergh Farias, deu parecer favorável, mas alterou o projeto para que o benefício não seja cumulativo --ou seja, para que a isenção incida apenas sobre a diferença entre rendimentos que já são isentos e o teto de benefício do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
O texto, em caráter terminativo --ou seja, não precisa ser votado em plenário--, ainda precisa passar pela Comissão de Assuntos Econômicos antes de ser encaminhado para análise na Câmara dos Deputados.
Brasileiros acham que momento é bom para compra de bens duráveis
A maior parte dos brasileiros acredita que o momento econômico atual é propício para o consumo de bens duráveis, segundo revela o IEF (Índice de Expectativas das Famílias), divulgado na ultima quinta-feira (9) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
De acordo com o levantamento, em janeiro deste ano, 64,4% dos entrevistados disseram que este é um bom momento para o consumo desse tipo de bem, contra 32,2% que discordam e acham que o momento não é propício para isso.
Regiões
Na análise por regiões, o Centro-Oeste lidera, com o maior número de pessoas que acreditam estar em um bom momento para aquisição deste tipo de produto (77,5%), seguido pelo Sudeste (69,8%), Nordeste (69,5%), Sul (53,9%) e Norte (25%).
Já quando se trata dos que pensam que o momento atual não favorece a compra de bens duráveis, o Norte lidera, com 71,7% das citações. Em seguida vêm as regiões Sul, com 40,4%, Nordeste (27,7%), Sudeste (27,4%) e Centro-Oeste (18,2%).
Pesquisa diz que juros do cartão não caem há dois anos no país
O consumidor que atrasa o pagamento da fatura do cartão de crédito paga os mesmos juros há exatos dois anos, apesar de a taxa básica (Selic) e de outras modalidades de juros terem caído neste período.
Segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), desde fevereiro de 2010 a taxa cobrada no rotativo do cartão de crédito é de 10,69% mensais, o que representa 238,30% anuais.
Essa é a média. Segundo o vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira, existem casos de administradoras que cobram juros muito mais altos, que passam de 800% ao ano.
Os juros atuais são, de acordo com a Anefac, os maiores registrados desde junho de 2000. Naquele mês, a taxa básica de juros da economia (Selic), que serve de referência para os juros cobrados dos consumidores, estava em 18,5% ao ano.
Em 2014: Brasil deve movimentar US$ 24,4 mi no comércio eletrônico
A consultoria e Marketer divulgou recentemente levantamento que prevê a movimentação de US$ 24,4 milhões em 2014 no comércio eletrônico brasileiro para o consumidor final. Segundo a pesquisa, o País deve ter pouco menos de 30 milhões de consumidores virtuais no ano em que a Copa do Mundo será realizada no País, tornando-se responsável por mais da metade das vendas na América Latina.
Para Igor Senra, presidente do Moip, o crescimento do setor está intimamente relacionado à consolidação de novos players do mercado, gerando mais opções para o consumidor e aumentando as vendas. “A economia brasileira mostra que nos próximos anos teremos um crescimento constante no comércio eletrônico. O perfil do comprador vai se adaptar, demonstrando mais confiança nas transações realizadas pelo computador; e novas empresas farão aumentar a competitividade, e consequentemente, o faturamento do setor”, pontua o executivo.
Sobre o Moip
Moip é uma empresa de pagamentos online que permite a qualquer pessoa receber pagamentos na internet através de mais de 15 meios diferentes como cartões de crédito, cartões de débito, boleto bancário, débito em conta e celular. Tudo isso com apenas uma integração.
A empresa processa de mais de 300 mil transações online a cada mês, em aproximadamente 25 mil lojas virtuais, movimentando no e-commerce brasileiro um montante superior a R$ 300 milhões no último ano.
Além da integração com todos os meios de pagamento, o Moip oferece ainda a gestão de risco, fraudes e disputa. Cada transação passa por um processo minucioso que envolve mais de 300 itens de análise. Com o programa Compra Protegida, oferece aos compradores total tranqüilidade, garantindo o ressarcimento do valor pago, caso ocorra algum problema com a compra.
Investimento em inovação está nos planos de 39% das empresas de manufatura e tecnologia
Investimento em inovação está nos planos de 39% das empresas de manufatura e tecnologia. Isso é o que aponta levantamento realizado em janeiro com 2.800 empresas em 40 países, incluindo o Brasil, pela consultoria Grant Thornton International.
Os segmentos de construção e transporte são os que reúnem menos empresas com planos de investimento em inovação, com 12% e 8%, respectivamente.
"No curto prazo, as organizações podem sobreviver explorando ao máximo seus produtos e serviços, mas isso certamente afetará as projeções futuras de crescimento. As que estão de olho nessa área [inovação] terão boas recompensações", alerta Douglas Oliveira, sócio da Grant Thornton Brasil.
Consumidores utilizam 13º salário para pagamento de dividas
A inadimplência do consumidor brasileiro recuou 0,4% em janeiro em relação ao mês anterior, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Na comparação anual, entretanto, houve crescimento de 16.6%.
O principal fator para a redução no indicador foi a utilização do 13º salário para o pagamento de dívidas, segundo a Serasa. Desde o terceiro trimestre de 2011, o consumidor mais endividado vem priorizando quitar suas despesas. Além do abono de final de ano, a redução dos juros e da inflação ajudaram a dar um fôlego no orçamento familiar, segundo os economistas da Serasa.
Na decomposição do indicador, as dívidas com os bancos e a inadimplência com os cheques sem fundos puxaram o recuo do indicador, com queda de 2,3% (-1,2% pp) e 8,1% (-0,8% pp), respectivamente. Já as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) e os títulos protestados contribuíram para que a inadimplência do consumidor não caísse ainda mais, com crescimento de 3,5% e 16,9% e contribuição de 1,4% e 0,2%, respectivamente.
Banco Central informa: Inadimplência do cartão de crédito é três vezes maior que a média
O ano de 2011 foi marcado pelo crescimento da inadimplência no Brasil, principalmente nas operações com pessoas físicas, que avançou 1,6 ponto percentual, para 7,3% em dezembro - o maior patamar em quase dois anos, segundo números do Banco Central.
Os dados da autoridade monetária mostram, porém, um quadro mais preocupante nas operações com cartões de crédito. Neste caso, a inadimplência somou 26,7% no fim do ano passado, mais do que três vezes a média de pessoa física.
Além disso, o crescimento registrado em 2011 foi de 2,5 pontos percentuais, também acima da taxa de expansão da inadimplência média das pessoas físicas (1,6 ponto percentual), de acordo com números do BC.
Taxa de juros mais alta de todas as modalidades
A autoridade monetária não pesquisa os juros do cartão de crédito, mas levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que a taxa de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartões de crédito é a mais alta do país.
Além de ser a mais alta de todas as modalidades de crédito, os números mostram que o patamar registrado em dezembro do ano passado, de 238,6% ao ano, é a maior desde maior desde junho de 2000.
Segundo a Anefac, os juros do cartão de crédito, que começam a incidir quando os clientes não pagam toda a fatura do mês, é mais do que o dobro da média das operações de crédito para pessoas físicas, de 114,8% ao ano em dezembro do ano passado. Os juros do cartão de crédito superam até mesmo as taxas cobradas pelos bancos no cheque especial, que também são extremamente elevadas (162% ao ano em dezembro do ano passado).
"A taxa de juros do cartão de crédito é a mais alta do Brasil. Em dezembro, somou 238,6% ao ano. Isso na média. Porque tem taxas que passam de 500% ao ano. Taxas desta natureza justificam o tamanho desta inadimplência. Uma dívida dobra de tamanho com o passar do tempo [se for pagando somente a fatura mínima]. Um dos grandes motivos é esse fato. Juros altos fazem com que a dívida cresça rapidamente", declarou Miguel Ribeiro, vice-presidente da Anefac.
O presidente da Associação Brasileira do Consumidor, Marcelo Segredo, observa que a diferença entre os juros básicos da economia brasileira definidos pelo Banco Central, atualmente em 10,5% ao ano, e os juros do cartão de crédito é muito grande. "No caso dos cartões de crédito, a diferença é vergonhosa. Enquanto a Selic está hoje em 10,5% anuais, tendendo a cair para um dígito [abaixo de 10% ao ano] nos próximos meses, esses juros dos cartões estão entre 15% e 19% ao mês; perfazendo entre 400% e 600% ao ano”, declarou.
Uso do cartão de crédito cresce
Mesmo com taxas de juros proibitivas, o uso da linha de crédito associada ao cartão (que só acontece quando o cliente não quita sua fatura integralmente), cresceu acima da média em 2011.
Os números do Banco Central mostram que a utilização desta linha de crédito subiu 22% no ano passado, para R$ 35,6 bilhões em dezembro, ao mesmo tempo em que todas as operações de pessoas físicas avançaram 21%, para R$ 505 bilhões.
Pela média diária de concessões, porém, o ritmo de crescimento do crédito associado ao cartão subiu 29,6% em 2011, para R$ 1bilhão por dia, contra R$ 780 milhões, de média diária, no fim de 2010.
Com isso, subiu bem acima da média diária de concessões de todas as operações com pessoas físicas (+13,8% no ano passado).
Bancarização
Na avaliação do vice-presidente da Anefac, Miguel Ribeiro, o processo de bancarização que está em curso no país, com as classes "D" e "E" começando a ter mais acesso aos serviços bancários, é uma das causas do aumento do uso da linha de crédito associada aos cartões. "A primeira coisa que o banco oferece é o cartão de crédito e o cheque especial. O ingresso de novos consumidores justifica esta elevação no uso do cartão de crédito. Não é a toa que os bancos mandam cartão de crédito para as residências, mesmo sendo uma prática proibida. É uma linha interessante para o banco, pois fideliza o cliente. E, com esses novos clientes, acaba acontecendo isso: pagam só o mínimo e entram o crédito rotativo. Depois, não consegue mais pagar", avaliou Ribeiro.
Pagar integralmente a fatura
A recomendação da Anefac é de que os clientes bancários mantenham o cartão de crédito, pois é um instrumento que permite planejar o consumo e realizar o pagamento depois de receber o salário. Mas também aconselha que os consumidores realizem o pagamento integral da fatura em todos os meses.
"O cartão de crédito é um bom instrumento. O problema é que usam mal o cartão de crédito. Ele permite concentrar despesas no vencimento e poupar. Também permite comprar parcelado sem juros em várias situações. Se for comprar com outros instrumentos, vão te cobrar juros. O problema é que as pessoas compram acima de sua capacidade, ou já compram pensando em não quitar a fatura", afirmou Miguel Ribeiro.
No caso de acontecer algum imprevisto, e o cliente bancário não conseguir pagar toda a fatura do cartão de crédito em um determinado mês, a recomendação do vice-presidente da Anefac é de que ele busque outra linha de crédito mais barata, como o crédito consignado ou o crédito pessoal, para quitar a dívida do cartão. "O que não pode é ficar rolando o pagamento mínimo", concluiu.
56,9% do transporte aéreo no Brasil representam viagens de negócios
As viagens de negócios e trabalho representaram 56,9% do transporte aéreo no Brasil em 2011, com um faturamento de R$ 13 bilhões, informou na última quarta-feira (8) um estudo divulgado do setor.
O documento apresentado durante o Encontro Latino-Americano de Viagens Corporativas (Lacte, em sua sigla em inglês) assinalou que a participação do chamado turismo de negócios no Brasil foi praticamente à mesma registrada em 2010 (56,8%).
O faturamento, somando a despesa com hotéis e aluguel de automóveis, avançou 18,61% no último ano, a R$ 25,1 bilhões, o dobro das projeções.
O número de empregos gerados pelo turismo de negócios em 2011 foi de 676 mil, e a previsão é que cresça para 703 mil este ano.
Segundo o estudo, o impacto gerado pelas viagens corporativas no resto da economia brasileira chegou a R$ 47,5 bilhões.
As crises na Europa e nos Estados Unidos, de acordo com o relatório, contribuíram para o aumento das viagens corporativas ao Brasil.
Confirmação do primeiro repasse do FPM: Mês de Fevereiro
O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de Fevereiro de 2012 será creditado na próxima sexta-feira, dia 10 de fevereiro. A Associação Piauiense de Municípios (APPM), informa abaixo a confirmação dos valores.
Entrada de dólares em janeiro é a maior em 4 meses, diz BC
Informações divulgadas nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central mostram que houve o ingresso líquido de recursos no Brasil, ou seja, acima do volume de retiradas, de US$ 7,28 bilhões em todo mês de janeiro.
Nos três primeiros dias de fevereiro, outros US$ 3,79 bilhões entraram no Brasil, acrescentou o BC. Com isso, o ingresso de divisas na economia brasileira na parcial deste ano, até 3 de fevereiro, somou US$ 11,07 bilhões - com queda de 27% frente ao mesmo período de 2011 (+US$ 15,19 bilhões).
Maior ingresso em quatro meses
O ingresso de recursos registrado em janeiro deste ano é o maior desde setembro do ano passado (US$ 8,48 bilhões). Em outubro, novembro e dezembro de 2011, houve saída de dólares do país de, respectivamente, US$ 134 milhões, US$ 942 milhões e US$ 1,94 bilhão.
Economistas apontam que as captações de recursos no exterior efetuadas por empresas brasileiras, como a Vale, o Itaú, Banco do Brasil, e Bradesco, CSN e Braskem entre outros, contribuíram para o ingresso de dólares registrado em janeiro. As operações aconteceram após o Tesouro Nacional lançar papéis no mercado internacional - que serve de referência para o setor privado.
De acordo com cados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capital (Anbima), as empresas brasileiras a captaram US$ 5,1 bilhões no mercado externo
no primeiro mês deste ano.
Ainda de acordo com a Anbima, o volume é superior ao observado nos cinco meses anteriores, mas praticamente a metade do valor captado em janeiro de 2011, de US$ 10,4 bilhões. "Em fevereiro, os valores apurados até o momento apontam para captações adicionais de US$ 7,9 bilhões, impulsionadas pela emissão de US$ 7 bilhões da Petrobras", acrescentou.
Famílias de baixa renda inicia o ano com queda na inflação
O ritmo de inflação para famílias com rendimentos até 2,5 salários mínimos diminuiu no primeiro mês do ano, ao passar de 1% em dezembro de 2011 para 0,86% em janeiro de 2012, segundo o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1). O indicador foi divulgado hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Com esse resultado, o IPC-C1 superou o IPC-BR, que mede a inflação para o conjunto de famílias com rendimentos até 40 salários mínimos e ficou em 0,81% em janeiro. A taxa acumulada pelo IPC-C1 nos últimos 12 meses, no entanto, ficou em 5,43%, abaixo do acumulado pelo IPC-BR (5,88%).
Para as famílias de renda mais baixa, em janeiro a inflação pesou menos em quatro das sete classes de despesas pesquisadas: alimentação (de 1,74% para 0,58%), habitação (de 0,42% para 0,38%), vestuário (de 1,51% para -0,2%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,24%).
Segundo a FGV, subiram com menos intensidade ou tiveram redução os preços de carnes bovinas (de 3,63% para -1,68%), tarifa de eletricidade residencial (de 0,56% para -0,41%), roupas (de 1,53% para -0,71%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (de 1,29% para 0,39%).
Por outro lado, aumentaram os gastos com educação, leitura e recreação (de 0,77% para 3,54%), transportes (de 0% para 3,25%) e despesas diversas (de 0,21% para 0,29%). Ficaram mais caros os cursos formais (de 0% para 9,87%), a tarifa de ônibus urbano (de 0% para 3,60%) e o alimento para animais domésticos (de -1,28% para 2,59%).
Receita libera da malha fina mais um lote de restituições do IR 2011
A Receita Federal liberou da malha fina mais um lote de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. A consulta ao lote estará disponível nesta quarta-feira (8), a partir das 9h, na internet. Foram liberadas também declarações retidas de 2010, 2009 e 2008. O dinheiro será depositado no banco no próximo dia 15.
De 2011, serão creditadas restituições para um total de 43.277 contribuintes, corrigidas em 9,47 %. Do exercício de 2010, serão 13.495 declarações corrigidas em 19,62 %. Referentes ao lote residual de 2009 são 6.861 declarações com correção de 28,08 % e de 2008, o número de declarações liberadas chega a 3.076, corrigidas em 40,15%.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet (http://www.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146.
Recebeu um aumento no salário? Saiba o que fazer com o dinheiro extra
A maioria (92%) dos empresários brasileiros pretende aumentar o salário de seus funcionários em 2012, de acordo com dados do International Business Report, divulgado pela consultoria Grant Thornton recentemente. Isso quer dizer que há uma boa chance que você receba um aumento este ano. Mas o que fazer com as finanças, se isso acontecer?
De acordo com o especialista em finanças da MoneyFit, André Massaro, a primeira dica é não deixar o entusiasmo e a empolgação subirem à sua cabeça. “Use o dinheiro extra de forma racional para garantir a sustentabilidade financeira sua e de sua família no longo prazo”, aconselha.
Além disso, Massaro faz outras recomendações para quem receber um aumento de salário.
Confira!
Juntar mais, ao invés de aumentar gastos
O especialista lembra que é comum que muitos assalariados (e mesmo alguns empresários) aumentem seu padrão de vida em proporção igual ou maior que o aumento de renda. “Dessa forma, a pessoa ganha mais dinheiro, mas em termos de patrimônio real fica mais pobre (ou mesmo com patrimônio negativo)”, ressalta.
Por isso, ele recomenda que aqueles que receberem um aumento evitem a tentação de subir seu nível de gastos. “Permita-se o gostinho de acumular mais dinheiro e virar um verdadeiro investidor”, aconselha.
Elimine suas dívidas
Ao passar a receber um salário melhor, uma das primeiras atitudes deve ser eliminar todas as dívidas pendentes, para evitar o pagamento de juros a bancos e financeiras.
“Ter dívidas no país com as maiores taxas de juros do mundo não é, definitivamente, uma boa ideia. Nossas dívidas, em particular aquelas relativas ao consumo, são verdadeiros 'ralos de dinheiro'. Então banque o encanador e tampe esse ralo o quanto antes”, aponta o especialista da MoneyFit.
“Turbine” a aposentadoria
Segundo Massaro, o dinheiro extra também pode ser utilizado para conseguir uma aposentadoria mais confortável. Mas o trabalhador não deve esquecer que pode haver uma redução nas taxas de juros dos investimentos no longo prazo, principalmente se a economia crescer da maneira esperada e o governo conseguir reduzir a Selic (taxa básica de juro).
“Muita gente está fazendo seus planos de aposentadoria para um horizonte de 20, 30 anos, mas está considerando as taxas de hoje. Experimente fazer as mesmas contas utilizando taxas de países com economias desenvolvidas e provavelmente você chegará à conclusão de que precisará acumular muito mais dinheiro ou trabalhar muito mais tempo (ou talvez as duas coisas) para ter uma aposentadoria com o nível de conforto que está imaginando”, conclui.
Taxa de ocupação nos hotéis brasileiros sobe para quase 70% em 2011
A taxa de ocupação nos hotéis brasileiros avançou 2,7% entre 2010 e 2011. No ano passado, a taxa atingiu 69,14%, contra um índice de 67,29% um ano antes, de acordo com dados levantados pelos FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil).
Segundo a diretora-executiva do FOHB, Ana Maria Biselii, a taxa vista no ano passado foi muito boa, inclusive alcançando um patamar que não se via há alguns anos. Segundo a diretora, o bom resultado reflete o andamento da economia brasileira, já que seu aquecimento estimula a busca por quartos no setor corporativo.
Preço médio da diária
Acompanhando o crescimento da taxa de ocupação, a diária média subiu 15,9% entre 2010 e 2011, passando de R$ 181,36 para R$ 210,11. Ana Maria explica que a tarifa aumentou no ano passado por estar praticamente estagnada nos últimos anos.
Analisando apenas o mês dezembro do ano passado, a taxa média de ocupação ficou em 57,96%, contra os 59,82% um ano antes, queda de 3,1%. A tarifa média do mês foi de R$ 219,74, frente aos R$ 185,60 observados em dezembro de 2010.
Regiões
No acumulado de 2011, a taxa média de ocupação teve a maior alta no Sul, de 4,32%. Sudeste e Nordeste também apresentaram altas, de 3,4% e 1,7% respectivamente. Já no Norte e Centro-Oeste houve quedas de 2,1% e 4,31%.
Em relação às principais cidades e capitais do País, Curitiba teve o melhor desempenho no ano passado, com a taxa média de ocupação subindo de 66,46% em 2010 para 70,19% em 2011. O crescimento observado no período foi de 6%.
De acordo com Ana Mariana, no início dos anos 2000, Curitiba teve um grande aumento da oferta no mercado hoteleiro. Essa oferta, porém, só conseguiu encontrar demanda correspondente nos últimos anos, mostrando grande recuperação em 2011.
São Paulo e Salvador também tiveram bons resultados no ano passado, com crescimento de 2% cada. No Rio de Janeiro, a taxa média de ocupação caiu 1% no ano passado, mas a cidade tem uma das melhores taxas do Brasil, de 74,23%. De acordo com Ana Maria, o Rio de Janeiro tem uma taxa alta pois é a cidade que mais atrai tanto turistas como profissionais de negócios.





